Programas dos anos 2000: 5 serviços que marcaram época
Programas dos anos 2000: 5 serviços que marcaram época voltam ao centro das atenções ao serem lembrados por quem acompanhou a transformação digital da virada do milênio.
Programas dos anos 2000: 5 serviços que marcaram época
Google Reader (2005-2013) – Lançado pelo Google, integrou em uma única interface as assinaturas RSS de blogs, sites e portais de notícias. Além de estatísticas pessoais de leitura, permitia ver o que amigos compartilhavam. Mesmo com abaixo-assinado de 100 mil usuários, a empresa encerrou o serviço em 2013.
ICQ (1996-2024) – Ícone dos mensageiros instantâneos, o software dominou a comunicação online nos anos 2000 com troca de mensagens, envio de arquivos, ligações e grupos. Seu tradicional “Uh-oh!” marcou gerações até o desligamento definitivo em 2024.
Microsoft Money (até 2009) – Antes dos apps bancários, o programa da Microsoft era referência em finanças pessoais. Permitia pagar contas on-line, controlar talões de cheques e montar orçamentos domésticos ou corporativos. O suporte foi encerrado em 2009, mas a lógica de gestão antecipou funções vistas hoje em aplicativos bancários.
Napster (auge em 2001) – Pioneiro no compartilhamento de MP3 via rede P2P, chegou a oito milhões de usuários diários em 2001. Processos por distribuição ilegal de músicas levaram ao fechamento, retorno ainda em 2001 e, posteriormente, à legalização como serviço de streaming. Como detalha a enciclopédia on-line Wikipedia, a plataforma inspirou o modelo das atuais bibliotecas digitais de áudio.
RealPlayer – Reprodutor multimídia leve, compatível com diversos formatos de áudio e vídeo, ganhou popularidade ao oferecer recursos avançados para a época, como download direto de vídeos. Ainda está disponível, porém sem o apelo que mantinha nos primeiros anos da década.

Imagem: Google
Esses softwares foram alicerces de práticas hoje comuns: leitura personalizada de notícias, comunicação instantânea, controle financeiro on-line, streaming de música e consumo multimídia. Eles abriram caminho para soluções mais seguras e móveis, mas continuam símbolo de uma internet que exigia paciência com conexões discadas e aprendizado constante.
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Crédito da imagem: Google/Divulgação














