Febre amarela: videoconferência reforça resposta clínica
Febre amarela: videoconferência reforça resposta clínica será o tema da capacitação que a Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Montes Claros promove nesta quarta-feira, 27/5, às 15h, via Google Meet.
Febre amarela: videoconferência reforça resposta clínica
Com o registro, neste ano, de epizootias de macacos infectados em Buritizeiro, Pirapora e Urucuia, a SRS e o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) intensificam a mobilização dos profissionais do Norte de Minas. O objetivo é antecipar o diagnóstico da febre amarela, doença que pode apresentar alta letalidade se não for tratada precocemente.
A videoconferência será conduzida pelos médicos Izabela Bretas Santos e Mariano Fagundes Neto, da equipe do Cievs, que detalharão o cuidado hospitalar, o manejo integrado com terapia intensiva e enfermaria, a identificação precoce da gravidade, o suporte clínico e o trabalho multiprofissional. O médico Samir Prates, dos hospitais Universitário Clemente de Faria e Mário Ribeiro da Silveira, analisará a situação epidemiológica da enfermidade em Minas Gerais e no país.
Segundo a enfermeira Débora Danielly Dias Ribeiro, apoiadora do Cievs, a capacitação é destinada a profissionais da linha de frente na atenção primária e hospitalar, justamente por ser essencial reconhecer rapidamente sinais e sintomas da doença.
Além dos municípios que já confirmaram epizootias, amostras de vísceras de macacos mortos foram coletadas em Coração de Jesus, São João da Lagoa, Glaucilândia, Espinosa, Mamonas, São João do Pacuí e Montes Claros. “Esse cenário exige reforço imediato das ações de vigilância, envolvendo equipes de controle de endemias, atenção básica e rede hospitalar”, alerta Agna Soares da Silva Menezes, coordenadora de vigilância em saúde da SRS.
Em 6 de maio, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) emitiu alerta epidemiológico referente à circulação ativa do vírus da febre amarela em nove municípios do Noroeste. A pasta recomenda intensificação da busca ativa de macacos doentes ou mortos, notificação em até 24 horas no SISS-Geo e no Sinan, coleta de amostras para diagnóstico laboratorial e, sobretudo, ampliação da cobertura vacinal.

Imagem: Internet
De acordo com o Ministério da Saúde, criança deve receber a primeira dose da vacina aos nove meses e a segunda aos quatro anos. Pessoas a partir de cinco anos não vacinadas necessitam de uma dose única de proteção vitalícia. Mais detalhes sobre prevenção podem ser conferidos no portal do Ministério da Saúde.
Profissionais interessados na capacitação podem acessar o link https://meet.google.com/dps-jwut-rkt no horário do evento.
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Crédito da imagem: SMS de São João do Pacuí















