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Trump visita Reino Unido para acordos comerciais e TI

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Trump visita Reino Unido para acordos comerciais e TI

Trump visita Reino Unido para acordos comerciais e TI em uma viagem de Estado de dois dias que combina pompa real e negociações bilionárias. O presidente dos Estados Unidos desembarcou nesta terça-feira (data local) com a missão de reforçar a parceria transatlântica em áreas como comércio, tecnologia e apoio à Ucrânia.

Trump visita Reino Unido para acordos comerciais e TI

A agenda oficial começa na quarta-feira, quando Donald Trump será recebido pelo rei Charles III em Windsor Castle, cenário escolhido para destacar a robustez do laço bilateral. Na quinta, o republicano segue para Chequers, residência rural do primeiro-ministro Keir Starmer, onde ambos pretendem consolidar um pacote de investimentos em tecnologia da informação, inteligência artificial e energia nuclear.

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Segundo a Casa Branca, o ponto alto será a assinatura de uma parceria tecnológica multibilionária, que contará com a presença de líderes de peso do setor, como Jensen Huang (Nvidia) e Sam Altman (OpenAI). O entendimento deve ampliar centros de dados de IA no Reino Unido e destravar novos projetos em ciências da vida e defesa.

No comércio, Londres busca avançar no acordo firmado em maio, que reduziu tarifas dos EUA sobre os setores automotivo e aeroespacial britânicos. Ainda restam pendências em aço, alumínio e fármacos. “Eles querem melhorar um pouco o trato e vamos conversar”, disse Trump antes de deixar Washington.

A recepção luxuosa — que inclui carruagens, guardas de honra e banquete em um castelo milenar — faz de Trump o primeiro presidente norte-americano a receber um segundo convite de Estado britânico. A estratégia de Starmer, contudo, enfrenta críticas internas, especialmente após a demissão do embaixador Peter Mandelson por ligações com Jeffrey Epstein, episódio que expôs fragilidades políticas do governo trabalhista.

Divergências persistem em temas externos. Trump resiste a novas sanções à Rússia apesar dos apelos do premiê para manter o apoio a Kiev. Também há tensões sobre o conflito em Gaza: Starmer pretende reconhecer um Estado palestino na ONU ainda este mês, enquanto Washington mantém cautela.

Mesmo sob protestos programados em Londres, a comitiva foi mantida longe da capital, reforçando o caráter protocolar da visita. Para analistas, o evento ajuda Starmer a se projetar como estadista, mas o associa a um líder impopular na Europa.

Em busca de contexto histórico sobre relações Reino Unido-EUA, consulte a análise da BBC News, referência internacional em cobertura diplomática.

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Crédito da imagem: Globalnews.ca

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