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Soja sobe e atinge maior preço em duas semanas em Chicago

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Soja sobe e atinge maior preço em duas semanas em Chicago

Soja sobe e atinge maior preço em duas semanas em Chicago. O contrato de julho na Bolsa de Chicago (CBOT) fechou a US$ 11,32 por bushel nesta quarta-feira, maior valor desde 4 de fevereiro, após rumores de compras chinesas e confirmação de vendas privadas de 372 mil toneladas para destinos não revelados.

Demanda chinesa sustenta recuperação

A sinalização de que importadores da China voltaram ao mercado norte-americano impulsionou a cotação da soja. Segundo operadores, houve especulação de que o país asiático avalia não só soja, mas também milho e trigo dos Estados Unidos. Parte dessas tratativas se materializou no relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), que detalhou 60 mil toneladas da safra velha e 312 mil toneladas da safra nova negociadas.

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Marcos técnicos e desempenho por vencimentos

O contrato julho tocou US$ 11,405 durante o pregão, testando a média móvel de 200 dias, referência técnica observada por fundos e algoritmos. Já o contrato novembro, ligado à nova safra, avançou 0,24 %, para US$ 11,4925 por bushel, apoiado pela perspectiva de maior demanda externa.

Reflexos em milho e trigo

O movimento comprador se estendeu a outras commodities agrícolas. O milho subiu 7,25 centavos, para US$ 4,21 por bushel, revertendo mínimas contratuais, enquanto o trigo ganhou 16,75 centavos, ou 2,8 %, chegando a US$ 6,1275 por bushel.

Analistas apontam que o anúncio do USDA reforça a competitividade dos grãos norte-americanos no cenário global. Para detalhes adicionais, consulte a reportagem da Reuters, reconhecida internacionalmente pela cobertura do setor.

No Brasil, produtores acompanham o movimento em Chicago para ajustar estratégias de comercialização e proteção de margem. A proximidade do plantio da safra 2026/27 mantém a atenção sobre o clima nos EUA e sobre novas sinalizações de compra por parte da China.

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Crédito da imagem: Reuters/Rodolfo Buhrer

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