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Sabatina de Jorge Messias ao STF é antecipada por Alcolumbre

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Sabatina de Jorge Messias ao STF é antecipada por Alcolumbre

Sabatina de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal foi marcada para 11 de dezembro pelo senador David Alcolumbre (União-AP), reduzindo o período de negociação do indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva junto aos parlamentares.

Sabatina de Jorge Messias ao STF é antecipada por Alcolumbre

Alcolumbre, presidente da Comissão de Constituição e Justiça, anunciou nesta quarta-feira (26) que a CCJ analisará o nome de Jorge Messias, atual advogado-geral da União, menos de duas semanas após a indicação. A pressa foi interpretada no Planalto como movimento para encurtar a articulação política do governo antes da votação em plenário.

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Mesmo diante da possibilidade de rejeição, auxiliares de Lula afirmam não haver plano B. O presidente descarta indicar o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a quem tenta convencer a disputar o governo de Minas Gerais em 2026.

No tabuleiro mineiro, Pacheco permanece como preferido do PT para o Palácio da Liberdade. O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil surge como segunda alternativa; ele se reuniu com a cúpula petista, mas adiou novo encontro ao ser chamado para a cerimônia de sanção da faixa de isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil.

Kalil, contudo, enfrenta resistência interna por seu estilo considerado pouco receptivo a orientações e ao contato com eleitores. Ainda assim, reconhece que a polarização prevista para 2026 dificulta uma candidatura sem o apoio petista.

Entre as mulheres cotadas, as prefeitas Margarida Salomão (Juiz de Fora) e Marília Campos (Contagem) despontam. Margarida reitera que concluirá o mandato, enquanto Marília só aceita concorrer ao Senado se for candidata única, receosa de dividir votos com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que cogita nova tentativa de mandato senatorial.

Silveira, filiado ao PSD, também precisa definir partido e explicar declarações sobre possível aliança “Lulomões”, com o vice-governador Mateus Simões, ligado ao governador Romeu Zema. A ideia foi rechaçada por correntes petistas, que lembram a postura crítica de Simões ao governo federal. Em nota, o Bloco Democracia e Luta acusou o vice de defender privatizações como Copasa e Cemig, classificadas como prejudiciais aos mineiros. Para detalhes sobre o processo de sabatinas no Senado, consulte o site oficial do Senado Federal.

Para acompanhar desdobramentos da corrida eleitoral mineira, leia também nosso conteúdo em Brasil e fique por dentro das próximas articulações.

Crédito da imagem: Paulo Cesar Magella

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