Política de viagens corporativas: R3 Viagens aponta perdas
Política de viagens corporativas é o foco do quarto episódio do R3 Cast, podcast da R3 Viagens que, com 12 anos de mercado, analisa como a falta de governança provoca desperdício financeiro nas empresas.
Especialistas identificam gargalos que elevam despesas
Com base em 20 milhões de reservas processadas em 2024 para mais de 500 clientes, a R3 Viagens calcula que passagens compradas sem antecedência, ausência de rastreabilidade e reembolsos mal validados somam as principais fontes de gasto extra. “Sem regra formal, a viagem vira um centro de custo imprevisível”, resume o CEO Roberto Ruiz Júnior.
Entre os riscos listados estão:
• Falta de rastreabilidade que impede medir ROI;
• Compras de última hora, com tarifas mais altas;
• Perda de poder de negociação por falta de consolidação de volume;
• Dever de cuidado (duty of care) negligenciado, expondo viajantes e empresa a riscos legais;
• Processos manuais que ampliam retrabalho e erros.
Guia prático reúne 20 componentes essenciais
O episódio entrega um roteiro com 20 itens que sustentam uma política eficaz, incluindo modelos de governança, KPIs financeiros e operacionais, compliance fiscal, diretrizes de LGPD e ESG, além de checklist dividido em sete fases. O conteúdo enfatiza o uso de tecnologia e automação para garantir aderência e transparência.
Para apoiar o argumento sobre economia, a R3 Viagens cita levantamento da Global Business Travel Association, segundo o qual gastos corporativos podem cair até 30% quando há diretrizes claras e monitoradas.

Imagem: Divulgação
Janeiro e fevereiro são ideais para rever processos
Segundo a consultoria, o início do ano combina orçamento em definição, menor volume de deslocamentos e equipes em planejamento, cenário perfeito para implementar mudanças sem grandes impactos operacionais. Empresas que adotam a política no primeiro trimestre, afirma Ruiz Júnior, “colhem resultados o ano inteiro”.
Ao final, o R3 Cast reforça que governança de viagens não se resume a cortar custos, mas a criar vantagem competitiva. “Quem seta regras agora deixa de apagar incêndios depois”, conclui o executivo.
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