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Parque Estadual do Rio Doce bate recorde de 50 mil visitas

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Parque Estadual do Rio Doce bate recorde de 50 mil visitas

Parque Estadual do Rio Doce bate recorde de 50 mil visitas ao receber, em 2025, o maior público desde o início da contagem oficial, há 31 anos. A marca histórica consolida o parque como destino de referência em ecoturismo, lazer e educação ambiental em Minas Gerais.

Parque Estadual do Rio Doce bate recorde de 50 mil visitas

Localizado entre Marliéria, Timóteo e Dionísio, o Parque Estadual do Rio Doce (Perd) totaliza 35.970 hectares de Mata Atlântica preservada. Até então, o recorde de visitação pertencia ao ano 2000, quando cerca de 32 mil pessoas cruzaram seus portões. O salto atual demonstra crescimento de 56 % no fluxo turístico.

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Infraestrutura revitalizada impulsiona procura

Segundo a gestão da unidade, a alta na chegada de visitantes está diretamente ligada aos investimentos realizados nos últimos anos. Serviços de alimentação e lazer foram concedidos à iniciativa privada, passeios de barco passaram a ocorrer regularmente no Lago Dom Helvécio e novos roteiros, como a observação do pôr do sol e safáris noturnos, foram criados. Todas as atividades contam com monitores ambientais capacitados.

De acordo com o gerente Vinícius Moreira, “ultrapassar esse número em um único ano é resultado do trabalho conjunto entre servidores, parceiros e comunidade, sempre com foco na conservação”. Moreira reforça que o turismo sustentável torna o visitante “aliado da preservação” ao conhecer a importância da Mata Atlântica.

Biodiversidade rica e ações de educação ambiental

O Perd abriga mais de 1,6 mil espécies de plantas catalogadas, cerca de 40 lagos naturais e populações de aves, além de mamíferos ameaçados de extinção. Criado em 1944, é a primeira unidade de conservação de Minas Gerais e mantém programas de pesquisa científica e sensibilização ambiental, alinhados às diretrizes do Instituto Estadual de Florestas.

Essas iniciativas foram reforçadas em 2025 com oficinas voltadas a escolas do entorno e trilhas interpretativas que explicam processos de sucessão florestal, gestão de recursos hídricos e combate a incêndios.

Com a nova marca, a administração estuda ampliar estruturas de visitação para 2026, mantendo o controle de impacto ambiental e o benefício às comunidades vizinhas.

Quer acompanhar outras conquistas ambientais em Minas? Visite a nossa página de Brasil e fique por dentro das últimas notícias.

Crédito da imagem: Augusto Gomes

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