Olhar Digital News: tornados em Marte e IA do Google
Olhar Digital News: tornados em Marte e IA do Google abrem a edição desta quinta-feira (09/10/2025), que também aborda o futuro da Estação Espacial Internacional e medidas contra fraudes em postos de combustíveis no Brasil.
Destaques científicos e tecnológicos
Pequenos redemoinhos de poeira varrem as planícies de Marte a velocidades que chegam a 160 km/h, revela um estudo baseado em duas décadas de imagens da Agência Espacial Europeia (ESA). Os pesquisadores rastrearam mais de mil dust devils, constatando que a intensidade é muito superior às estimativas anteriores. Os resultados, publicados pela ESA, reforçam a importância de entender o clima marciano antes de futuras missões tripuladas. Mais detalhes podem ser conferidos no site da Agência Espacial Europeia.
No mesmo programa, o Google anunciou o Gemini Enterprise, versão corporativa de sua inteligência artificial. A plataforma vai além do chatbot tradicional ao integrar dados, ferramentas e fluxos de trabalho em um único ambiente colaborativo, mirando ganhos de produtividade para empresas de todos os portes.
Evolução da inteligência artificial
A reportagem também revisita a trajetória da OpenAI. Em apenas três anos, a organização transformou o ChatGPT em uma suíte capaz de criar aplicativos, planejar viagens, realizar compras e navegar na web. Especialistas ouvidos pela emissora avaliam que o próximo passo da IA generativa deve ser a integração total com sistemas empresariais e dispositivos do dia a dia.
Segurança nos postos e futuro da ISS
Motoristas brasileiros terão mais proteção contra fraudes: até 2029, todas as bombas de combustível deverão incluir tecnologia antifraude homologada pelo Inmetro. A medida promete coibir golpes de volume e pagamento, aumentando a confiabilidade no abastecimento.
Imagem: Internet
Por fim, o Olhar Digital News lembra que a Estação Espacial Internacional, habitada continuamente desde 2000, seguirá operando até 2030. Em 2031, a estrutura será desorbitada e direcionada ao Oceano Pacífico, abrindo espaço para novos laboratórios privados em órbita baixa.
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Crédito da imagem: Olhar Digital















