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Naming rights da Arena MRV podem subir, diz Atlético

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Naming rights da Arena MRV podem subir, diz Atlético

Naming rights da Arena MRV podem subir, diz Atlético O Atlético Mineiro estuda rever o contrato com a MRV&CO, que hoje rende cerca de R$ 9,1 milhões por ano, o menor valor entre os clubes da Série A.

Naming rights da Arena MRV podem subir, diz Atlético

Em nota enviada ao portal No Ataque, o vice-presidente de Negócios do Galo, Márcio Freire, afirmou que “o novo cenário traz reflexões sobre o alinhamento entre o valor do contrato e a relevância que a propriedade alcançou”. O acordo de 2017 garante R$ 71,7 milhões por 10 anos à MRV, mas parte desse montante – R$ 42,5 milhões – foi antecipada para concluir as obras.

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Com a correção pelo IPCA, o pagamento anual atinge hoje aproximadamente R$ 9,1 milhões. Mesmo assim, o Atlético ocupa a quinta colocação em receita de naming rights entre os cinco clubes da Série A que comercializaram o ativo. Apenas para comparação, o Palmeiras recebe R$ 50,2 milhões anuais pelo Nubank Parque, segundo levantamento da Valor Econômico.

Além do futebol, a Arena MRV se consolidou como hub de entretenimento nacional após parceria com a Live Nation. O estádio passou a abrigar grandes shows e eventos, reforçando a visibilidade da marca Atlético em nível internacional. Esse ganho de exposição motiva o clube a buscar uma remuneração mais compatível com o mercado.

Internamente, o Galo também fechou contratos de sector naming rights para áreas específicas da arena. ArcelorMittal, Banco Inter e Ambev já estamparam seus nomes em setores como camarotes e bares, embora os valores não tenham sido revelados oficialmente. As demonstrações financeiras de 2021 apontam que só a ArcelorMittal ainda tem R$ 3,25 milhões a pagar, condicionados a ativações de marketing.

A operação de crédito firmada junto ao Banco Inter em 2017, na modalidade Cédula de Crédito Bancário (CCB), segue sendo quitada pela própria MRV em 120 parcelas. Cada pagamento é corrigido por IPCA mais 0,6% ao mês, reduzindo o impacto nas finanças alvinegras.

O clube ressalta que mantém “relação sólida” com todos os parceiros, mas que “avalia continuamente oportunidades para evoluir suas receitas”. Caso a renegociação avance, o Atlético pode aproximar seus ganhos dos valores praticados pelos concorrentes e aumentar a competitividade fora de campo.

Enquanto as conversas não avançam, torcedores e investidores acompanham de perto os próximos passos da diretoria, que tenta transformar a força esportiva e o apelo do novo estádio em retorno financeiro proporcional.

Para saber como outras fontes de receita fortalecem o esporte nacional, acesse nossa editoria Brasil e continue informado.

Crédito da imagem: Divulgação/Atlético

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