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IA no turismo: workshop da Imaginadora revela ganhos

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IA no turismo: workshop da Imaginadora revela ganhos

IA no turismo: workshop da Imaginadora revela ganhos foi o foco do encontro conduzido por Eduardo Costa, em 18 de novembro, destacando como diferentes modelos de inteligência artificial aceleram tarefas e aumentam a eficiência de destinos, operadoras e agências de viagem.

IA no turismo: workshop da Imaginadora revela ganhos

Logo na abertura, Costa comparou a adoção da inteligência artificial ao impacto histórico da internet e do smartphone. Segundo ele, “IA não é sobre tecnologia, é sobre saber pedir”, reforçando que a qualidade das respostas depende do contexto fornecido pelo usuário.

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Durante demonstrações ao vivo, o executivo exibiu aplicações práticas. Em segundos, a IA limpou milhares de registros de e-mail, processo que anteriormente consumia dias de equipes humanas. Em outro exemplo, o sistema gerou recomendações de viagem para um casal com perfil cultural, atribuindo notas automáticas: Florença recebeu 10, Lisboa 9,5 e Kyoto 9, justificadas por clima, experiências e estilo de viagem.

Costa destacou cinco modelos:

ChatGPT: versátil para criação de roteiros, slogans e campanhas, com fluidez em português. Limitação: menor precisão em dados muito recentes.

Gemini: integrado ao ecossistema Google, ideal para analisar planilhas e gerar gráficos de fluxo turístico, embora menos criativo que o ChatGPT.

Claude: eficaz na leitura de documentos extensos e produção de infográficos, porém menos apto a criar imagens fotográficas.

Perplexity: orientado à pesquisa, fornece respostas com fontes e resume vídeos longos, útil para monitorar tendências do mercado.

Adapta: plataforma brasileira que escolhe automaticamente o modelo mais adequado e oferece cursos de capacitação; não possui versão gratuita.

Para Costa, o principal ganho da inteligência artificial no turismo é a economia de tempo, permitindo que profissionais se concentrem em curadoria de experiências e relacionamento com o trade. “Profissionais não serão substituídos pela IA, mas por quem souber usá-la”, concluiu.

O tema está alinhado a discussões globais sobre inovação no setor, como as iniciativas da Organização Mundial do Turismo (OMT) que estimulam a digitalização de destinos.

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Crédito da imagem: freepik

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