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Gabigol no Cruzeiro: Jardim admite dificuldade tática

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Gabigol no Cruzeiro: Jardim admite dificuldade tática

Gabigol no Cruzeiro: Jardim admite dificuldade tática ganhou destaque após o técnico Leonardo Jardim reconhecer publicamente que não consegue acomodar o artilheiro no esquema atual, justificando o curto tempo em campo — apenas 24 minutos nos últimos cinco jogos.

Gabigol no Cruzeiro: Jardim admite dificuldade tática

Questionado sobre a condição de reserva do camisa 10, Jardim explicou que o desempenho de Kaio Jorge e Matheus Pereira impede mudanças profundas sem comprometer o equilíbrio defensivo. “Sempre que testei um sistema mais ofensivo, perdemos balanço, sofremos média de três gols e marcamos um”, afirmou.

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O treinador elogiou o profissionalismo de Gabigol, mas foi enfático ao assumir responsabilidade: “A culpa é do Kaio, do Matheus e da minha incompetência em não conseguir colocar todos juntos”. Segundo ele, encaixar o trio sem abrir mão da consistência tática continua sendo o maior desafio.

Na temporada, o atacante participou de 31 partidas, com 11 gols e quatro assistências. Embora os números sejam positivos, o português não vê espaço para mudanças imediatas. “Os adeptos querem vencer e ver ídolos em campo, mas preciso preservar a estrutura que vem funcionando”, destacou o treinador, lembrando que a equipe vive momento de estabilidade na tabela.

Parte da torcida questiona a decisão; contudo, especialistas apontam que o esquema 4-4-2 híbrido utilizado pelo Cruzeiro exige dois atacantes com recomposição rápida, característica menos marcante em Gabigol. Dados do ge.globo.com demonstram que o clube apresenta melhor índice de gols sofridos quando o atacante inicia no banco.

Jardim encerrou a coletiva reforçando que a situação pode mudar “caso o modelo de jogo evolua” ou se ocorrerem suspensões e lesões. Até lá, Gabigol deve seguir como opção de segundo tempo, cenário que mantém o debate vivo entre torcida e comissão técnica.

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Crédito da imagem: Rafael Vieira/Cruzeiro

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