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CEO do Atlético detalha aporte de R$ 500 mi e planos

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CEO do Atlético detalha aporte de R$ 500 mi e planos

CEO do Atlético detalha aporte de R$ 500 mi e planos para marcar os 118 anos do clube mineiro. Em entrevista na Arena MRV, Pedro Daniel confirmou que Rubens e Rafael Menin injetarão até R$ 520 milhões nos próximos 40 dias, reduzindo a dívida bancária atleticana de cerca de R$ 600 milhões para algo próximo de R$ 100 milhões.

CEO do Atlético detalha aporte de R$ 500 mi e planos

De perfil discreto, Pedro Daniel explicou que o alto gasto anual com juros – R$ 250 milhões em 2023 – inviabiliza investimentos robustos no elenco. O aporte, disse, “estanca o impacto financeiro e libera recursos para tornar o time mais competitivo”.

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Dentro de campo, a meta prioritária é recolocar o Galo na Copa Libertadores de 2027. “Da recepcionista ao centroavante, todos têm a mesma missão: voltar ao principal torneio do continente”, destacou o executivo. O Atlético faturou cerca de R$ 800 milhões em 2023, bem abaixo dos R$ 2 bilhões de Flamengo e Palmeiras. Para encurtar essa distância, o plano “Galo 2030” foca em base, estrutura e contratações cirúrgicas.

A janela de janeiro, com sete chegadas e 14 saídas, foi considerada “primeiro passo bem dado”. A próxima, entre 20 de julho e 11 de setembro, deve manter o critério de buscar atletas jovens e adequados ao modelo de jogo. “Não traremos estrelas de R$ 200 milhões; nosso perfil é crescimento gradual e eficiência”, reforçou.

Questionado sobre críticas à baixa exposição dos acionistas, Daniel lembrou modelos europeus. “Poucos torcedores sabem quem são os donos do Arsenal. Governança não exige aparição pública; eu sou o porta-voz oficial”, afirmou. Ele garantiu autonomia nas decisões diárias, em diálogo constante com o Conselho de Administração.

O dirigente também comemorou a evolução patrimonial, simbolizada pela Arena MRV, e disse que a arena própria “posiciona o Atlético entre os protagonistas do país”. Para ele, esse conjunto de ações pavimentará a aproximação do clube da “primeira prateleira” do futebol brasileiro, condição hoje restrita a orçamentos bilionários, conforme relatórios da Confederação Brasileira de Futebol.

Em síntese, o CEO do Atlético aposta em gestão financeira responsável, aporte milionário e reformulação de elenco para recolocar o clube no topo. Quer saber mais sobre a evolução dos grandes times mineiros? Acesse nossa editoria completa e acompanhe as próximas análises.

Crédito da imagem: Mannu Meg/Estado de Minas

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