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Celso Sabino impulsiona Turismo e deixa desafios na pasta

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Celso Sabino impulsiona Turismo e deixa desafios na pasta

Celso Sabino entregou carta de demissão ao presidente Lula nesta sexta-feira (26) e encerrou uma gestão de dois anos à frente do Ministério do Turismo marcada por altas históricas no fluxo internacional e pela reativação de obras paradas.

Crescimento recorde de turistas e programas estratégicos

Aos 46 anos, o deputado federal licenciado assumiu a pasta em agosto de 2023 e apostou em ações para ampliar a chegada de estrangeiros. De janeiro a agosto de 2025, o Brasil recebeu 6,52 milhões de visitantes internacionais, salto de 46,6% ante igual período de 2024. O resultado, segundo Sabino, demonstra que “o país está mais aberto e conectado ao mundo do que nunca”.

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Entre as iniciativas, destacam-se o Conheça o Brasil: Voando, criado com companhias aéreas para estimular o turismo interno, e a inauguração da primeira Escola Nacional de Turismo, em Belém, que já formou cerca de 2 mil profissionais. No plano internacional, o ministro lançou o Plano Brasis em parceria com Embratur e Sebrae para posicionar o país como destino diverso.

Em janeiro, Sabino tornou-se o primeiro brasileiro a presidir o Conselho Executivo da Organização Mundial do Turismo, fato considerado estratégico às vésperas da presidência rotativa do Brics e da COP30, prevista para Belém.

Obras retomadas e crédito ao setor

O balanço mostra 4,6 mil operações contratadas pelo Fundo Geral de Turismo (Fungetur) entre 2023 e 2025, somando R$ 2,13 bilhões. Pequenas empresas absorveram R$ 831,5 milhões e microempresas, R$ 330 milhões. O Cadastur superou 37 mil guias registrados após modernização que tornou o processo totalmente digital.

No campo jurídico, a sanção da nova Lei Geral do Turismo foi celebrada por ampliar a segurança para investidores. Paralelamente, o ministério reiniciou dezenas de obras de infraestrutura travadas em vários estados, resposta a antigas demandas do trade.

Embora deixe avanços expressivos, Sabino admite pendências na ampliação da malha aérea regional e na diversificação do produto turístico. A expectativa agora recai sobre o sucessor, que herdará metas de curto prazo para consolidar o crescimento observado.

Quer acompanhar os próximos passos da política turística? Visite nossa editoria de Brasil e fique por dentro.

Crédito da imagem: Divulgação/MTur

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