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Cartão amarelo de Hulk: leitura labial expõe discussão

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Cartão amarelo de Hulk: leitura labial expõe discussão

Cartão amarelo de Hulk: leitura labial expõe discussão marcou a vitória do Atlético por 1 a 0 sobre o Mirassol, na Arena MRV, ao evidenciar a irritação do atacante com a arbitragem nos minutos finais da 25ª rodada da Série A.

O diálogo antes da advertência

Quando Júnior Santos caiu com dores no quadril, o jogo ficou parado e vários atletas do banco protestaram pedindo atendimento. Hulk aproximou-se do quarto árbitro, Paulo Henrique Schleich Vollkopf, e disse: “E o senhor não ajudou, velho! Pelo amor de Deus! O cara está machucado ali e o jogo está parado!”.

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Reação imediata ao cartão amarelo

Logo depois, o árbitro principal Rafael Klein mostrou o cartão amarelo ao atacante, que retrucou: “Eu falei o quê, velho? Isso é ridículo! Vocês são ridículos, uns babacas!”. A revolta continuou com gritos de “pelo amor de Deus” enquanto companheiros tentavam contê-lo.

Pós-jogo e acusação de perseguição

Na zona mista, Hulk chorou ao afirmar sentir-se perseguido pela arbitragem brasileira. Ele garantiu não ter ofendido Klein nem o quarto árbitro e cobrou investigação sobre a atuação do juiz: “Tem coisas suspeitas por trás. Por favor, CBF, investiguem!”. O Atlético, por meio do CSO Paulo Bracks, prometeu protocolar ofício na Confederação Brasileira de Futebol nesta segunda-feira.

Consequências imediatas

Com o terceiro amarelo, Hulk desfalcará o Galo contra o Juventude, nesta terça-feira (30/9), novamente na Arena MRV, pela 26ª rodada. A ausência reforça a preocupação do técnico Jorge Sampaoli, que já lida com elenco reduzido por lesões.

O árbitro relatou em súmula que o jogador “se levantou do banco para reclamar das decisões”, o que difere da versão do atacante, centrada na preocupação com o colega lesionado. A divergência deverá pautar o pedido oficial do clube mineiro.

O episódio reacende o debate sobre a relação entre atletas e arbitragem no Brasil e põe em foco o uso de imagens para elucidar lances de disciplina fora das quatro linhas.

Para acompanhar a repercussão e os desdobramentos desse caso, confira outras análises em nossa editoria BRASIL e saiba tudo sobre o futebol nacional.

Crédito da imagem: Leandro Couri/EM/D.A. Press

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