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BDRs Safra: mudanças na carteira de abril 2026

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BDRs Safra: mudanças na carteira de abril 2026

BDRs Safra lideram o noticiário financeiro de abril após o banco manter sua carteira recomendada, mas recalibrar pesos diante da escalada das tensões no Oriente Médio e da alta do petróleo.

BDRs Safra: mudanças na carteira de abril 2026

O Banco Safra decidiu conservar a composição de dez Brazilian Depositary Receipts (BDRs) indicada em março, porém ajustou a exposição de parte dos ativos. A instituição diminuiu a participação da Amazon (AMZO34) de 10% para 8% e reduziu o ETF do S&P 500 (IVVB11) de 8% para 6%. Em contrapartida, ampliou Charles Schwab (SCHW34) e Visa (VISA34), que agora respondem cada uma por 6% da carteira.

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Segundo o Safra, a revisão busca mitigar os impactos do conflito envolvendo o Irã, que pressiona o barril de petróleo e eleva custos logísticos. A Amazon, fortemente vinculada à economia real e sensível ao frete, foi a principal afetada. Já Charles Schwab tende a capturar oportunidades em um cenário de maior volatilidade, enquanto a Visa oferece proteção adicional em ambientes inflacionários.

A alocação completa ficou assim:

— Amazon (AMZO34): 8%
— Charles Schwab (SCHW34): 6%
— Netflix (NFLX34): 10%
— Goldman Sachs (GSGI34): 10%
— Visa (VISA34): 6%
— Microsoft (MSFT34): 10%
— Nvidia (NVDC34): 8%
— Google (GOGL34): 10%
— Eli Lilly (LILY34): 6%
— ETF S&P 500 (IVVB11): 6%

Conforme dados da Reuters, o barril do Brent já acumula alta superior a 15% desde o início do conflito, fator que reforçou a cautela do Safra com companhias expostas a logística global.

Apesar dos ajustes, o banco manteve o foco em empresas de tecnologia e saúde, avaliando que continuam a apresentar fundamentos sólidos para 2026. A recomendação segue válida até nova revisão mensal ou mudanças relevantes no quadro macroeconômico.

BDRs Safra: mudanças na carteira de abril 2026 - Imagem do artigo original

Imagem: Anna Scabello

Para investidores, o Safra destaca a importância de diversificar entre setores que se beneficiem de volatilidade nos juros, inflação e câmbio, fatores que tendem a persistir enquanto houver incertezas geopolíticas significativas.

No fim, a carteira preserva o equilíbrio entre crescimento, valor e proteção inflacionária, refletindo a estratégia do banco de enfrentar um trimestre em que choques externos permanecem no radar dos mercados globais.

Quer acompanhar a evolução dessas recomendações e outras análises de mercado? Visite a nossa editoria de economia e continue informado.

Crédito da imagem: iStock.com/da-kuk

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