Agenda econômica da semana: Payroll, Jolts e PMIs em foco
Agenda econômica da semana reúne, de 29 de junho a 3 de julho, indicadores decisivos para as expectativas de juros e de atividade nas principais economias.
Brasil: inflação, produção e Focus em destaque
No campo doméstico, a abertura ocorre na segunda-feira (29) com o IGP-M e o Boletim Focus, que atualiza projeções para IPCA, câmbio e Selic. Na terça (30) vem a balança orçamentária e o Índice de Preços ao Produtor (IPP). A produção industrial de maio será conhecida na quinta (2), enquanto os PMIs industrial, de serviços e composto fecham a agenda na sexta (3). Apesar do jogo Brasil x Japão pela Copa do Mundo, a B3 manterá horário normal.
Estados Unidos: Payroll antecipa ritmo da economia
O mercado americano concentra as atenções em três relatórios de emprego. O Jolts, que mede vagas em aberto, sai na terça (30). Na quarta (1) será divulgada a pesquisa privada ADP. Como a sexta (3) é feriado do Dia da Independência, o aguardado Payroll chega na quinta (2). Investidores buscam sinais que guiem os próximos passos do Federal Reserve sobre juros.
Europa: PIB britânico e CPI da zona do euro
Do outro lado do Atlântico, o Reino Unido apresenta o seu PIB trimestral e os PMIs industrial e de serviços. Na zona do euro, índices de confiança abrem a semana, seguidos pelo PMI Industrial na quarta (1). Na quinta (2) sai a taxa de desemprego, e na sexta (3) serão conhecidos os PMIs finalizados do bloco. O dado de inflação ao consumidor (CPI) de quarta pode influenciar apostas sobre o Banco Central Europeu.
Ásia: termômetro chinês e recuperação japonesa
A China divulga seus PMIs oficiais de indústria e serviços, dados considerados termômetro da segunda maior economia do mundo. No Japão, investidores acompanham desemprego, produção industrial e PMIs ao longo da semana para avaliar a velocidade de recuperação pós-pandemia.

Imagem: Juliana Caveiro
Com indicadores espalhados por todas as regiões, a agenda econômica da semana tende a aumentar a volatilidade nos mercados globais. Sinais mais fortes de inflação ou de desaceleração podem mexer com curvas de juros e estratégias de portfólio.
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Crédito da imagem: Iuliia Pilipeichenko/ iStock















