Voos Rio-Nova York: Gol lança três frequências semanais
Voos Rio-Nova York: Gol lança três frequências semanais começam a decolar em julho, saindo do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) direto para o John F. Kennedy (JFK), nos Estados Unidos. O anúncio, feito na sexta-feira (6), fortalece a estratégia da companhia aérea de ampliar a conectividade internacional a partir do Rio de Janeiro.
Voos Rio-Nova York: Gol lança três frequências semanais
A nova rota operará três vezes por semana e contou com a presença de autoridades no lançamento: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, e o prefeito carioca Eduardo Paes. A Prefeitura do Rio destinou incentivo de aproximadamente US$ 6 milhões para viabilizar a operação.
Durante o evento, Lula destacou a recuperação do Galeão: “O terminal estava quase inoperante; hoje celebramos um ambiente de esperança para o turismo e o emprego”. Segundo Costa Filho, o aeroporto saltou de 4,5 milhões de passageiros em 2023 para 18 milhões em 2025, recorde histórico impulsionado pela expansão de rotas internacionais.
Além dos voos Rio-Nova York, a Gol estuda conexões diretas para Lisboa, Orlando e Paris. A companhia argumenta que ampliar destinos externos a partir do Galeão é fundamental para consolidar o aeroporto como hub do Sudeste e atrair turistas estrangeiros.
Dados de 2025 mostram 12,1 milhões de passageiros em voos domésticos e 5,7 milhões em internacionais no Galeão, além de 2,1 milhões de visitantes estrangeiros, representando 43% do crescimento do turismo internacional no país. Estudos da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico projetam impacto adicional de R$ 50,6 bilhões no PIB do estado em dez anos e criação de 684 mil empregos, com reflexo de 0,6% no PIB nacional.
Para o setor aéreo, a expansão é alinhada às tendências globais. Relatório da IATA aponta que destinos com frequências regulares e competitivas atraem mais investimentos e movimentam economias locais.

Imagem: Eduardo Oliveira
No Brasil, a expectativa é que o incremento de rotas internacionais reforce o fluxo de negócios, congressos e lazer, posicionando o Rio como porta de entrada para a América do Sul.
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Crédito da imagem: Eduardo Oliveira / MPor















