Vistos de emergência ucranianos: Canadá prevê retorno
Vistos de emergência ucranianos: Canadá prevê retorno é a posição oficial do Departamento de Imigração canadense, que reafirmou esperar que os refugiados da guerra russo-ucraniana regressem ao país de origem quando o conflito terminar.
Programa acolheu quase 300 mil pessoas
Lançado há cerca de quatro anos, o programa de vistos de emergência ucranianos permitiu que aproximadamente 300 mil cidadãos da Ucrânia entrassem no Canadá com autorização para trabalhar ou estudar. Embora o governo não tenha fixado uma data-limite para a estada, a mensagem é clara: a iniciativa tinha caráter temporário.
Ministra admite desejo de permanência
A ministra da Imigração, Lena Diab, reconheceu recentemente que muitos beneficiados pretendem ficar em definitivo. Organizações como o Congresso Ucraniano Canadense pressionam por um fluxo específico de residência permanente, argumentando que boa parte dos refugiados não acumula pontos suficientes para o sistema de Express Entry.
Restrições no número de residências permanentes
Apesar da demanda, Ottawa reduziu o teto de novos residentes permanentes em relação a anos anteriores, o que se reflete em longas filas de análise. Segundo dados oficiais, pedidos humanitários podem levar mais de dez anos para serem processados. Até agora, apenas cerca de 2.500 ucranianos conseguiram a residência por vias convencionais.
Opções disponíveis e incertezas
O Departamento de Imigração ressalta que os solicitantes ainda podem recorrer aos canais tradicionais, como reunificação familiar e programas de trabalho qualificado. Detalhes adicionais sobre as regras podem ser consultados no site do Immigration, Refugees and Citizenship Canada, órgão responsável pela política migratória.

Imagem: Internet
Em resumo, o governo mantém a expectativa de repatriação dos detentores de vistos de emergência ucranianos, mesmo diante do interesse crescente por permanência. Para saber mais sobre políticas migratórias e acompanhar outras atualizações, visite nossa editoria de Brasil e continue informado.
Crédito da imagem: Global News















