Visit Brasil Summit 2026 debate soft power e marca
Visit Brasil Summit 2026 debate soft power e marca na próxima terça-feira (31), quando o Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília, receberá especialistas para avaliar como a brasilidade pode impulsionar a imagem do país no cenário turístico internacional.
Visit Brasil Summit 2026 debate soft power e marca
Organizado pela Embratur em parceria com o Sebrae e apoio institucional do Ministério do Turismo, o encontro marca um ano do Plano Brasis — estratégia de marketing turístico 2025-2027. Sob o tema “A Vez e a Voz da Brasilidade”, o summit reunirá profissionais de branding, economia criativa e comunicação para discutir identidade, reputação e promoção do Brasil no exterior.
Entre os convidados estão Ana Couto, CEO do Grupo Anacouto; Andrea Barata Ribeiro, sócia da O2 Filmes; o documentarista Lawrence Wahba; o músico Manoel Cordeiro; e a artista visual Marcela Bonfim. Também participam a publicitária Marina Roale, o empresário Maurício Mota, que atua em soft power, e Paula Azevedo, diretora-presidente do Instituto Inhotim.
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, afirma que o objetivo é consolidar a narrativa construída nos últimos anos: “Nossa brasilidade é o eixo central do posicionamento internacional. Queremos reafirmar o turismo como vetor de desenvolvimento econômico e de projeção global”.
Para Décio Lima, presidente do Sebrae, o setor é estratégico para as micro e pequenas empresas, que somam 97% do turismo nacional. Ele destaca que a pluralidade cultural e ambiental — com seis biomas e vasta criatividade — é diferencial competitivo decisivo.
O evento será híbrido, com transmissão gratuita e possibilidade de interação por WhatsApp. Inscritos receberão certificado de participação. Durante os intervalos, os influenciadores Raoni Oliveira e Nana Lopes realizarão entrevistas e cobertura digital, enquanto a imprensa poderá acompanhar mediante credenciamento on-line.

Imagem: Kamilla Alves
Segundo Paula Azevedo, a conexão entre cultura, natureza e educação “pode ampliar a projeção internacional do país”, ideia reforçada por Maurício Mota, que vê no soft power brasileiro “um multiverso de possibilidades para o visitante estrangeiro”.
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Crédito da imagem: Renato Vaz/Embratur















