Trump sobre Cuba: possível “aquisição amigável”, diz ele
Trump sobre Cuba: possível “aquisição amigável” foi a expressão usada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar a grave situação humanitária da ilha e as eventuais tratativas conduzidas pelo secretário de Estado, Marco Rubio. Falando a jornalistas em Doral, Flórida, em 9 de março de 2026, o republicano afirmou que “pode ser uma aquisição amigável, pode não ser”, mas ressaltou que Havana estaria “reduzida a fumaça”, sem energia nem recursos financeiros.
Cuba enfrenta crise, e Washington avalia cenários
Segundo Trump, Rubio lidera as discussões sobre o futuro de Cuba, que atravessa dificuldades econômicas profundas. O presidente indicou que, diante da escassez de energia e dinheiro no país caribenho, os Estados Unidos analisam diferentes formatos de intervenção, inclusive uma “aquisição amigável”.
Questionado sobre a existência de negociações formais, o governo cubano declarou não manter “conversas de alto nível” com Washington. Contudo, Havana não refutou completamente as informações veiculadas pela imprensa norte-americana de que autoridades dos EUA estariam mantendo contatos informais com Raúl Guillermo Rodríguez Castro, neto do ex-presidente Raúl Castro.
Exilados em Miami acompanham possíveis mudanças
A comunidade de exilados cubanos em Miami, historicamente contrária ao governo instaurado pelo falecido líder revolucionário Fidel Castro, observa de perto os desdobramentos. Muitos desses grupos sonham, há décadas, com a queda do regime e já foram acusados de conspirações contra Havana.
Trump não detalhou prazos nem condições para uma eventual “aquisição”, mas reforçou que a crise humanitária é “indiscutível”. Para mais informações de base, a agência Reuters mantém cobertura contínua sobre as relações EUA–Cuba.

Imagem: Reuters
Os próximos passos dependem da evolução das conversas e da receptividade do governo cubano, que insiste em não reconhecer negociações oficiais. Analistas lembram que quaisquer medidas dos EUA podem enfrentar resistência internacional e exigirão respaldo jurídico no Congresso americano.
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Crédito da imagem: REUTERS/Nathan Howard
















