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Trump critica acordo de energia Califórnia-Reino Unido

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Trump critica acordo de energia Califórnia-Reino Unido

Trump critica acordo de energia Califórnia-Reino Unido logo após a assinatura do pacto que une o governador Gavin Newsom e o governo britânico em projetos de energia limpa, gerando novo embate político entre Washington e Sacramento.

Trump critica acordo de energia Califórnia-Reino Unido

Horas depois de o governador democrata Gavin Newsom firmar, em 16 de fevereiro de 2026, um memorando de entendimento com o secretário britânico de Energia, Ed Miliband, o ex-presidente republicano Donald Trump classificou o acordo como “inadequado”. Em declaração ao site Politico, Trump disse que “a Grã-Bretanha não deveria negociar” com um governador estadual, chamando Newsom de “perdedor” e afirmando que “a Califórnia foi para o inferno”.

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O pacto estabelece cooperação em tecnologias de energia limpa, com foco especial em offshore wind, e promete ampliar o acesso de empresas do Reino Unido ao mercado californiano. Segundo o governo estadual, a parceria reforça a meta de descarbonização do estado mais populoso dos Estados Unidos.

Em resposta, um porta-voz de Newsom acusou Trump de “ajoelhar-se diante do carvão e das grandes petrolíferas” e de “vender o futuro dos Estados Unidos para a China”. O representante acrescentou que líderes estrangeiros “estão rejeitando Trump e escolhendo a visão da Califórnia para o futuro”.

A troca de farpas ocorre enquanto Trump corteja a indústria de petróleo e gás, convidando empresas a indicarem áreas no sul e no centro da Califórnia para possíveis concessões offshore já em 2027, movimento condenado por ambientalistas. O conflito também ecoa episódios recentes: em janeiro, Newsom foi impedido de discursar no espaço oficial dos EUA durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, ação atribuída por ele à Casa Branca.

Detalhes do acordo revelam que Londres e Sacramento pretendem compartilhar pesquisas, simplificar licenças para turbinas marítimas e colaborar em armazenamento de energia. A assinatura foi noticiada pela agência Reuters, reforçando o peso internacional da iniciativa.

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Crédito da imagem: Reuters/Aaron Schwartz

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