Tite no Cruzeiro: de líder enérgico a técnico inseguro
Tite no Cruzeiro vem sendo descrito pelo jornalista Marcelo Bechler como um treinador “sem energia, inseguro e triste”, contrastando com a postura vibrante vista nos ciclos da Seleção Brasileira antes das Copas de 2018 e 2022.
Bechler relata mudança drástica no comportamento de Tite
Em entrevista à TNT Sports, Bechler relembrou treinos da Seleção na Europa, quando o técnico “gritava, orientava e participava das jogadas”. Já ao acompanhar a pré-temporada do Flamengo em 2024, o repórter notou um coach contemplativo, que delegava ações a Kleber Xavier e Matheus Bachi. Segundo ele, o revés para a Croácia nas quartas de final da Copa do Catar abalou a autoconfiança do treinador.
Resultados recentes e pressão por vitórias
O início no Cruzeiro reforça a percepção de instabilidade. Em dez partidas oficiais, são quatro vitórias, um empate e cinco derrotas, com 15 gols marcados e 14 sofridos – aproveitamento de 43,3%. Na Série A, o clube soma dois pontos e ocupa a 19ª colocação; no Mineiro lidera o Grupo C com 11 pontos restando uma rodada para o fim da fase classificatória.
Próximo desafio pode definir clima na Toca
O compromisso deste sábado (14/2), às 19h, contra a URT em Patos de Minas, vale vaga nas semifinais estaduais e pode aliviar a pressão da torcida, que já pediu a saída do comandante.
Especialistas acreditam que a permanência de Tite é estratégica. Em análise publicada pela ESPN Brasil, comentaristas afirmam que a consistência de ideias pode fazer o time “dar certo” a médio prazo.

Imagem: Gustavo Aleixo
Enquanto isso, a diretoria celeste mantém respaldo ao projeto e aposta na recuperação emocional do técnico para repetir o desempenho marcante que o consagrou na Seleção.
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Crédito da imagem: Gustavo Aleixo/Cruzeiro















