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Taesa energiza projeto Ananaí e eleva RAP em R$ 44,5 mi

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Taesa energiza projeto Ananaí e eleva RAP em R$ 44,5 mi

Taesa energiza projeto Ananaí e eleva RAP em R$ 44,5 mi ao receber, nesta quarta-feira (3), os Termos de Liberação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para as linhas LT 525 kV Bateias-Curitiba Leste C1 e C2. A entrada em operação imediata garante à concessionária um acréscimo anual de R$ 44,5 milhões à Receita Anual Permitida (RAP) no ciclo 2025-2026, valor que já inclui PIS/Cofins.

Taesa energiza projeto Ananaí e eleva RAP em R$ 44,5 mi

O montante agora incorporado representa 26% da RAP total prevista para o empreendimento Ananaí, com efeito retroativo a 26 de maio de 2026. Segundo a transmissora, o trecho foi entregue cerca de dez meses antes do limite regulatório fixado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para março de 2027.

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O projeto integra o lote 1 do leilão de transmissão nº 02/2022, realizado em dezembro de 2022, e é 100% controlado pela Taesa (TAEE11). Ao todo, a concessão dispõe de RAP de R$ 171,4 milhões para o ciclo 2025-2026 e de um Capex regulatório de R$ 1,75 bilhão.

Localizado nos estados de São Paulo e Paraná, o empreendimento compreende 363 quilômetros de linhas de transmissão em tensões de 500 kV e 525 kV, além de quatro subestações que permanecem sob responsabilidade direta da companhia.

De acordo com o site oficial da Aneel, projetos entregues antes do cronograma contribuem para a confiabilidade do sistema e reduzem custos operacionais, fatores que tendem a reforçar a percepção de eficiência da empresa junto a investidores.

Com o novo trecho energizado, a Taesa reforça sua posição entre as maiores transmissoras privadas do país, ampliando a previsibilidade de caixa em um ambiente de juros ainda elevados e de busca por ativos defensivos no mercado de capitais.

Taesa energiza projeto Ananaí e eleva RAP em R$ 44,5 mi - Imagem do artigo original

Imagem: Kaype Abreu

No curto prazo, a companhia deve concentrar esforços na conclusão das demais etapas do lote 1, mantendo a estratégia de antecipar obras e, consequentemente, capturar receitas regulatórias adicionais.

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Crédito da imagem: Getty Images

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