Soja recua em Chicago após máxima de 1 mês
Soja recua em Chicago após máxima de 1 mês A oleaginosa fechou em baixa nesta sexta-feira, 24 de outubro de 2025, depois que o contrato novembro, o mais negociado, tocou o maior valor em 30 dias e atraiu forte realização de lucros por parte de produtores e fundos.
Soja recua em Chicago após máxima de 1 mês
Os futuros de soja na Bolsa de Chicago cederam 3 centavos de dólar, encerrando a sessão a US$ 10,4175 por bushel. Apesar do ajuste negativo no dia, a semana terminou com alta acumulada de 2,2%, ou 22,25 centavos, sustentada pela expectativa de avanço nas conversas comerciais entre Estados Unidos e China.
Analistas apontam que a sequência de altas registrada nos últimos pregões incentivou agricultores a liquidar posições tanto em soja como em milho, num período em que a colheita norte-americana se aproxima do fim. Esse movimento aumentou a oferta disponível e pressionou as cotações no curto prazo.
Paralelamente, o mercado acompanha de perto a agenda diplomática. O presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, devem se reunir na semana que vem na Coreia do Sul. Segundo a Casa Branca, a retomada das compras chinesas de soja ocupará lugar central nas tratativas bilaterais. Negociadores das duas potências também se encontram na Malásia para manter o diálogo econômico ativo e evitar uma nova escalada da guerra tarifária.
Em outros grãos, o milho perdeu cerca de 1% e fechou a US$ 4,2325 por bushel, enquanto o trigo encerrou praticamente estável, cotado a US$ 5,125.
Imagem: Reuters
De acordo com a agência Reuters, traders seguem atentos à volatilidade cambial e ao ritmo de embarques norte-americanos, fatores que podem definir o próximo suporte de preços nas praças internacionais.
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Crédito da imagem: Reuters/Jorge Adorno













