Síndromes respiratórias: Itabira capacita profissionais
Síndromes respiratórias: Itabira capacita profissionais foi o tema central da oficina Conexão Viral em Campo, realizada em 11 e 12 de março no auditório da UniFuncesi. A ação, promovida pela Força Estadual do SUS (FE-SUS) e pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica da GRS Itabira, reuniu médicos, enfermeiros e equipes da Atenção Primária para alinhar protocolos de reconhecimento e manejo clínico antes do pico sazonal de vírus respiratórios.
Rede preparada para o período de maior circulação viral
Na abertura, o diretor regional de Saúde, Maurício Marques, enfatizou que a preparação da rede garante atendimento mais ágil e seguro. Segundo ele, o Conexão Viral em Campo fortalece a vigilância e organiza fluxos assistenciais em toda a região.
Conteúdo prático e integração de serviços
A capacitação foi conduzida pelo médico Fagner Toledo e pela enfermeira Nadine Teixeira, da FE-SUS, com participação de Maria Caroline Maciel, da Diretoria de Doenças Transmissíveis da SES-MG. O grupo detalhou o uso de antivirais, a importância da vacinação e a mobilização das equipes para reduzir hospitalizações e óbitos.
De acordo com Fagner Toledo, integrar vigilância epidemiológica e atendimento clínico é “fundamental para qualificar a assistência”. O médico ressaltou que profissionais bem treinados identificam precocemente casos que podem evoluir para quadros graves.
Visitas técnicas a hospitais de Itabira
No segundo dia, a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da GRS Itabira, Aline Costa, liderou visitas ao Hospital Nossa Senhora das Dores, ao Pronto-Socorro Municipal e ao Hospital Municipal Carlos Chagas. Nessas unidades, foram revisados fluxos de notificação, protocolos de isolamento e estratégias de manejo de pacientes, em linha com diretrizes do Ministério da Saúde.

Imagem: Internet
O que é o Conexão Viral em Campo
Lançado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, o Conexão Viral em Campo 2026 combina capacitação teórica, abordagem prática e visitas a serviços de saúde para ampliar a capacidade de resposta da rede frente às síndromes respiratórias.
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Crédito da imagem: Flávio A. R. Samuel















