Samu 192 inicia operações em Uberlândia com apoio estadual
Samu 192 inicia operações em Uberlândia com apoio estadual e coloca mais de 700 mil moradores sob cobertura de atendimento pré-hospitalar móvel a partir desta sexta-feira, 29/5.
Samu 192 inicia operações em Uberlândia com apoio estadual
A chegada definitiva do Samu 192 Uberlândia foi viabilizada pela parceria entre a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), a Prefeitura e o Consórcio Intermunicipal Cistri, responsável pela gestão regional. O Estado acompanhou todas as etapas de estruturação e, desde fevereiro, garante repasse de R$ 1,3 milhão mensais para o custeio do serviço.
Com a publicação de termo aditivo no Diário Oficial em 20/5, o aporte mensal subiu para R$ 2,1 milhões, assegurando a manutenção integral da operação até a habilitação federal. “Agora Uberlândia passa a integrar a rede regional de forma plena, cumprindo a meta de cobertura em todo o estado”, afirmou o governador Mateus Simões.
Segundo o secretário de Saúde, Fábio Baccheretti, o apoio financeiro estadual “garante que o serviço inicie com segurança e qualidade, sem risco de interrupção”. Para o médico socorrista Raphael Maia, o reforço amplia a capacidade de resposta em situações em que cada minuto conta.
Atendimento mais ágil e integrado
A população contará com equipes especializadas, ambulâncias de suporte básico e avançado, além de central de regulação capaz de acionar hospitais, UPAs e demais pontos da rede pública. De acordo com o Ministério da Saúde, o modelo Samu reduz a mortalidade em emergências ao acelerar o transporte adequado dos pacientes.
A entrada de Uberlândia reforça o processo de expansão iniciado em 2019, quando o Governo de Minas definiu como estratégica a cobertura integral do Samu. Entre 2019 e 2026, já foram investidos mais de R$ 469 milhões em implantação e custeio, incluindo a inauguração da Central de Regulação de Uberaba, em 2025, que consolidou a cobertura de 100% do território mineiro.

Imagem: Internet
O serviço funciona de forma integrada à rede pública, assegurando continuidade do cuidado desde o primeiro atendimento até a alta hospitalar. A meta, segundo Baccheretti, é reduzir desigualdades regionais e oferecer resposta rápida mesmo em cenários críticos.
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Crédito da imagem: Cistri / Divulgação
















