Sala de Situação de Recursos Hídricos de Minas é modernizada
Sala de Situação de Recursos Hídricos de Minas é modernizada. O Governo de Minas Gerais firmou contrato que moderniza a estrutura de monitoramento hídrico do estado, ampliando a prevenção a eventos climáticos extremos.
Sala de Situação de Recursos Hídricos de Minas é modernizada
A assinatura de um Contrato de Gestão entre o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e a Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes (Appa) inaugura uma fase de alta tecnologia na Sala de Situação de Recursos Hídricos de Minas Gerais. O acordo, com vigência de 60 meses, cria um ambiente integrado para acompanhar, em tempo real, variáveis hidrológicas e meteorológicas em todo o território mineiro.
O investimento, de R$ 150 milhões, é financiado com recursos do Acordo de Reparação do Rio Doce, firmado após o rompimento da barragem de Fundão em 2015. Segundo Thaís de Araújo Vilas Boas, superintendente central de Reparação do Rio Doce da Seplag, o aporte “fortalece um serviço público essencial para proteger a população diante de eventos climáticos extremos e deixa um legado permanente de segurança hídrica”.
A nova infraestrutura vai ampliar a rede de coleta de dados, permitindo a geração de cenários climáticos e hidrológicos mais precisos. Com isso, órgãos como a Defesa Civil receberão alertas antecipados, viabilizando ações preventivas e redução de riscos socioeconômicos. A modernização também deve beneficiar setores estratégicos da economia, como o agronegócio, ao oferecer previsibilidade maior sobre períodos de escassez hídrica.
A iniciativa inclui ainda melhorias na transparência das informações. Painéis online, plataformas digitais e canais de divulgação vão facilitar o acesso da sociedade a dados confiáveis sobre chuvas, vazões e possíveis ameaças. Para o diretor-geral do Igam, Marcelo da Fonseca, a estrutura reforça a capacidade de resposta do Estado “diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas”.

Imagem: Internet
O projeto segue diretrizes nacionais de monitoramento hídrico, alinhando-se a práticas recomendadas pela Agência Nacional de Águas (ANA), referência em gestão de recursos hídricos no país.
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Crédito da imagem: Robson Santos / Semad
















