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Proventos da Cemig e WEG lideram leituras da semana

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Proventos da Cemig e WEG lideram leituras da semana

Proventos da Cemig e WEG lideram leituras da semana. A distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) anunciada por Cemig (CMIG4) e WEG (WEGE3) foi o assunto mais procurado pelos leitores, em uma semana também marcada pela incorporação entre Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3) e pelos debates sobre dividendos da Cosan (CSAN3) e riscos de crédito no agronegócio.

Valores aprovados para Cemig e WEG

A Cemig confirmou a liberação de R$ 604,7 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,2113 por ação. O montante será deduzido do dividendo mínimo obrigatório de 2025, com retenção de 15% de Imposto de Renda na fonte, salvo exceções legais.

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Já a WEG deu sinal verde para R$ 462 milhões em JCP, o que representa R$ 0,11 por papel. O pagamento está agendado para 11 de março de 2026; após a tributação, os acionistas receberão R$ 0,093 líquidos.

Marfrig incorpora BRF e estreia ticker MBRF3

Outro destaque da semana foi a conclusão da incorporação das ações da BRF pela Marfrig. Com todas as condições cumpridas, as ações passaram a ser negociadas na B3 sob o código MBRF3. O Conselho de Administração da Marfrig aprovou o aumento do capital social e a emissão de 602.799.006 novas ações, que serão entregues aos antigos acionistas da BRF, exceto à própria Marfrig. Mais detalhes podem ser conferidos no site da B3.

Cosan repensa dividendos após aporte de R$ 10 bilhões

A Cosan recebeu um investimento de R$ 10 bilhões do BTG Pactual e da gestora Perfin, aliviando sua estrutura de capital. Questionado por analistas, o CFO Rodrigo Araujo afirmou que a política de remuneração ao acionista dependerá de indicadores como alavancagem, taxa Selic e cenário macroeconômico, sinalizando que dividendos não são prioridade imediata.

Crédito rural preocupa especialistas

No setor de crédito, Daniel Goldberg, CIO da Lumina Capital, alertou que os bancos podem estar subestimando os riscos de inadimplência no agronegócio, cujo endividamento aumentou após a expansão de instrumentos como Fiagros e CRAs.

Em resumo, os proventos de Cemig e WEG continuam a atrair investidores interessados em fluxo de caixa, enquanto movimentos societários e o ambiente macroeconômico ditam o ritmo das demais companhias listadas.

Quer mais análises como esta? Confira nossa cobertura completa do mercado brasileiro e acompanhe as próximas atualizações.

Crédito da imagem: Gadini/Pixabay

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