“O coração de uma mulher deve estar tão escondido em Deus, que um homem para achá-lo, precisa buscar a deus”
(C.S. Lewis)
Para que fui criada mulher?
Você é uma mulher única e irrepetível. Não existe outra igual a você. Por isso, quanto mais perto de Deus você ficar, mais de Deus você será.
É preciso viver primeiro uma aventura interior e individual de fé, confiança incondicional a Jesus Cristo e a Maria sua mãe.
O projeto “Mulher na política, arrumando a casa” nasceu da vontade, anseio e oração, pedindo ao Espírito Santo, esposo da Virgem Maria, Mãe, mestra e Discípula Missionária que despertasse o papel efetivo da mulher na sociedade e, mais precisamente em um partido político, sendo que um partido existe para discutir ideias e colocar em prática seus ideais.
A atuação da mulher na política é de grande relevância, diria ainda imprescindível, o jeito de ser, o olhar humano, a defesa da família, o potencial de trabalho e a capacidade de se reinventar contribuem decisivamente para o processo de desenvolvimento de um ambiente com estruturas políticas voltadas para o serviço e formação de uma sociedadecristã, justa e igualitária.
Segundo Madame de Stael, escritora francesa “O Cristianismo tirou as mulheres de um estado que era semelhante à escravatura”
“Mulher na política, arrumando a casa” visa convocar, fomentar a participação, formação e envolvimento da mulher na política com a finalidade primeiro inserir a mulher na política, de maneira natural, resgatar a sua missão, o olhar e agir feminino a exemplo das mulheres da Bíblia, hoje tão deturpado e mascarado pelo feminismo.
O movimento vivido pelas mulheres nas décadas de 1960 e 1970 trouxe conquistas importantes para nós, como o direito ao voto, direito ao trabalho e igualdade em vários aspectos. Porém, quando transformou-se em algo ideológico, ele deturpou o propósito inicial. Tirou a essência do ser mulher e a feminilidade” foi deixada de lado para dar lugar ao feminismo.
Atualmente somos uma geração pós-feminista, fase ideológica, na qual enfrentamos as consequências da rivalidade entre o homem e a mulher. Fomos educadas para sermos independentes financeira, psicológica, emocional e sexualmente dos homens. O feminismo coloca bem claro que as mulheres não precisam de homens. As crianças, em sua maioria, crescem vendo as mães tomando a frente das casas e os pais sendo “agredidos” verbalmente em sua masculinidade.
Este projeto vem a princípio mostrar e diferenciar as mulheres dos homens. Temos características naturais tanto físicas como psicológicas distintas, esta é a beleza da criação divina a diversidade, sem ferir a individualidade de cada ser humano e a riqueza da complementaridade.
O anseio em desenvolver este projeto é fortalecer o movimento de mulheres, visando inspirar, motivar e oferecer formação continuada para a participação da mulher na política.
A proposta é promover formação política a nível municipalpara mulheres, através de encontros, mesas de conversa e bate papos, utilizando dos espaços públicos como gabinetes dos vereadores, salão da Câmara Municipal e espaços nas igrejas.
Preparar as próximas candidatas ou aquelas que queremcontribuir para as campanhas de nossas futuras representantes.
Em horários diversos que atenda a mulher dona de casa, a mãe, a mulher empreendedora, a autônoma, a executiva, a servidora pública, enfim para que todas as mulheres contribuam para a efetiva participação cidadã na política.
Enfatizo que a participação das mulheres é fundamental, acreditamos que a construção do conhecimento deve ser coletivo, por isso prezamos por esse espaço de debate respeitoso e acolhedor que criaremos. A nossa união pode promover esses momentos de reflexão para fortalecermos, nos formarmos e capacitarmos para atuar em todo lugar sem perder o respeito e a identidade de ser mulher. Aumentando a participação da mulher na política para que tenhamos leis e políticas públicas que venham ao encontro das necessidades e dos anseios do ser humano na sua plenitude como filho(a) de Deus e contribuir de forma consciente o resgate dos valores morais e cristãos de nossa sociedade.
Por Ceiça

















