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Prato Consciente reduz desperdício nas escolas de Monte Carmelo

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Prato Consciente reduz desperdício nas escolas de Monte Carmelo

Prato Consciente Desperdício Zero mobiliza estudantes, professores e gestores de 28 escolas estaduais de Monte Carmelo (MG) para cortar o desperdício de alimentos na merenda e ampliar a educação nutricional.

Prato Consciente reduz desperdício nas escolas de Monte Carmelo

Idealizado pela nutricionista Fabiana dos Santos Rocha, da Superintendência Regional de Ensino (SRE) de Monte Carmelo, o programa surgiu após diagnóstico que apontou sobras expressivas no refeitório. Com apoio das nutricionistas da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG), a iniciativa aposta em ações práticas de Educação Alimentar e Nutricional (EAN).

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Cada escola recebeu autonomia para criar metas, mas todas adotaram a mesma metodologia: pesagem diária dos resíduos, registro em cartazes visíveis e competição saudável entre turnos. “Trabalhamos a ideia de colocar no prato apenas o que será consumido e o resultado aparece rápido. Algumas unidades praticamente zeraram as sobras”, afirma Fabiana.

O acompanhamento é feito pela equipe gestora e pela nutricionista responsável, que realiza visitas técnicas periódicas. A superintendente regional, Simone Souza Resende Mundim, destaca que o projeto reforça o compromisso da educação pública com sustentabilidade, justiça climática e formação cidadã.

A estratégia local dialoga com recomendações internacionais de combate ao desperdício emitidas pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que aponta perda de 17% dos alimentos servidos em escolas no mundo. Ao envolver a comunidade, o Prato Consciente Desperdício Zero contribui para a redução desse índice e incentiva hábitos alimentares mais responsáveis.

Além dos ganhos ambientais, o programa gera economia de recursos e melhora a qualidade da merenda, uma vez que o cardápio é ajustado com base no consumo real dos alunos. A SEE/MG pretende compartilhar os resultados com as demais 46 superintendências do estado como modelo de boas práticas.

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Crédito da imagem: SEE-MG / Divulgação

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