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Parque Nacional do Iguaçu projeta R$ 600 mi até 2030

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Parque Nacional do Iguaçu projeta R$ 600 mi até 2030

Parque Nacional do Iguaçu projeta R$ 600 mi até 2030 no programa “Parque 2030”, iniciativa divulgada no aniversário de 87 anos da unidade de conservação, que mira ampliar a visitação, diversificar experiências e fortalecer a preservação ambiental ao longo da próxima década.

Parque Nacional do Iguaçu projeta R$ 600 mi até 2030

O plano estratégico foi apresentado na sexta-feira (9), no Centro de Visitantes, com participação de autoridades, gestores e parceiros. Sob gestão conjunta da concessionária Urbia+Cataratas e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Parque Nacional do Iguaçu pretende consolidar-se como referência mundial em turismo responsável e inovação em conservação da Mata Atlântica.

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Criado em 10 de janeiro de 1939, o parque que abriga as famosas Cataratas registrou em 2025 um recorde de 2,05 milhões de visitantes, crescimento de 8,7% frente a 2024 e superior ao período pré-pandemia. “O resultado demonstra a importância do destino para o turismo nacional e internacional”, afirmou Mario Macedo, CEO da Urbia+Cataratas.

Desde que assumiu a concessão, em 2022, a empresa vem adicionando atrações, como a Ciclovia das Cataratas, o Circuito São João, o Espaço Usina e passeios ao amanhecer, pôr do sol e à noite, além de dois novos restaurantes.

Até 2030, o investimento de R$ 600 milhões contemplará o Circuito de Aventura, com trilhas suspensas, tirolesas e torres de observação; a revitalização integral da Trilha das Cataratas, incluindo novos mirantes e expansão da passarela da Garganta do Diabo; e a requalificação do Espaço Porto Canoas, que ganhará conceito arquitetônico voltado a eventos.

O projeto também prevê ampliar a visitação a municípios vizinhos, como Capanema, São Miguel do Iguaçu e Céu Azul, levando infraestrutura e geração de renda. Segundo o chefe do parque, José Ulisses dos Santos, 74% dos fornecedores já são locais, impacto que deve crescer com o programa.

Entre os compromissos ambientais, estão a neutralização total das emissões de carbono e a busca por certificações inéditas. A participação das comunidades na elaboração do Parque 2030 foi apontada pelos gestores como fundamental para garantir experiências autênticas e fortalecer a ciência aplicada à conservação.

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Crédito da imagem: Divulgação Urbia+Cataratas/Eagle Eye Company

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