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Opera Mais Fhemig faz 129 cirurgias e reduz fila em Minas

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Opera Mais Fhemig faz 129 cirurgias e reduz fila em Minas

Opera Mais Fhemig faz 129 cirurgias e reduz fila em Minas é a mais recente etapa do programa “Aqui em Minas a Fila Anda!”, criado para acelerar o acesso a cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nos hospitais da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).

Opera Mais Fhemig faz 129 cirurgias e reduz fila em Minas

A segunda edição do mutirão ocorreu ao longo de março e atendeu 129 pacientes que aguardavam por procedimentos ortopédicos, ginecológicos, urológicos, dermatológicos, plásticos, gerais e oncológicos. Com os 131 atendimentos de fevereiro, o total já soma 260 cirurgias concluídas em 2024, aproximando a Fhemig da meta de ultrapassar mil intervenções até dezembro.

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No Complexo Hospitalar de Especialidades, que reúne os hospitais Alberto Cavalcanti e Júlia Kubitschek, foram realizadas 38 operações. Em Belo Horizonte, o Hospital Eduardo de Menezes completou 25 procedimentos, enquanto a Maternidade Odete Valadares registrou seis cirurgias. No interior, o Hospital Regional Antônio Dias, em Patos de Minas, efetuou 24 intervenções; o Hospital Regional João Penido, em Juiz de Fora, 15; o Complexo Hospitalar de Barbacena, 13; e o Hospital Cristiano Machado, em Sabará, oito.

De acordo com a Fhemig, a estratégia utiliza a estrutura já existente nas unidades estaduais, otimizando salas cirúrgicas, equipes assistenciais e equipamentos. O ortopedista Rodolfo Rossignoli, do Hospital Júlia Kubitschek, destacou que o planejamento detalhado — da ordem de entrada dos pacientes à logística de instrumentos — garante agilidade e segurança. “Operando de forma mais rápida, reduzimos o tempo de internação, promovemos reabilitação precoce e atendemos um número maior de pessoas”, afirmou.

Entre os beneficiados, o pedreiro Rafael da Costa, de Ibirité, comemorou a rapidez após fraturar o pé em um jogo de futebol: “Fui avisado numa quarta-feira e operei no sábado. Fui muito bem acolhido”, relatou. Já Josimara Ferreira, uma das oito mulheres submetidas à laqueadura no Hospital Cristiano Machado, disse sentir alívio: “Agora ficarei mais segura e sem precisar de medicação diária”.

O cirurgião Daniel Caixeta reforçou que a iniciativa devolve celeridade às filas: “É gratificante ver esse bloco cirúrgico novamente ativo e suprindo a demanda da população”. A experiência de Minas Gerais segue diretrizes do Ministério da Saúde para ampliar o acesso a procedimentos eletivos em todo o país.

Com resultados consistentes, a Fhemig planeja novos mutirões ao longo do ano, mantendo o foco em reduzir o tempo de espera e garantir atendimento humanizado aos pacientes do SUS.

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Crédito da imagem: Pedro Chagas

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