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Nvidia 6G: aliança global quer redes móveis inteligentes

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Nvidia 6G: aliança global quer redes móveis inteligentes

Nvidia 6G: aliança global quer redes móveis inteligentes define o plano da fabricante de chips de liderar o desenvolvimento do padrão 6G ao lado de gigantes como Nokia, SoftBank e T-Mobile, incorporando inteligência artificial na gestão do tráfego.

Nvidia 6G: aliança global quer redes móveis inteligentes

A Nvidia anunciou, durante o início de uma conferência de telecomunicações em Barcelona, a formação de um consórcio para influenciar as especificações técnicas do 6G. O foco é transformar futuras infraestruturas em sistemas inteligentes capazes de otimizar conexões de forma autônoma, além de apenas transmitir dados.

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Segundo a empresa, o número crescente de dispositivos conectados e a complexidade de aplicações previstas para a próxima década exigem redes com eficiência “centenas de milhares de vezes” maior que a atual. Para Ronnie Vasishta, vice-presidente de telecom da Nvidia, apenas a integração de IA no controle de rádio permitirá superar a limitação do espectro disponível.

As redes 5G foram pensadas para voz e dados móveis voltados a usuários humanos. Já o 6G deverá sustentar aplicações de machine-to-machine, sensores industriais e sistemas autônomos que demandam resposta em tempo real. Sem essa evolução, projetos como frotas de carros autônomos ou robôs humanoides conectados podem ficar inviáveis.

A estratégia também reforça o posicionamento comercial da Nvidia. A companhia é fornecedora de hardware e software para operadoras e pretende ampliar essa frente oferecendo plataformas que convertam rádios tradicionais em soluções definidas por software rodando em servidores de uso geral. Além disso, a arquitetura aberta proposta pela aliança visa reduzir a dependência de equipamentos proprietários.

Detalhes sobre a implementação ainda serão discutidos entre os parceiros, mas a fabricante assegura que testes de campo deverão começar antes da padronização oficial do 6G, prevista para o fim da década. A iniciativa ecoa movimentos estratégicos recorrentes no setor, no qual alianças antecipam tendências para garantir espaço em futuros ecossistemas, como relembra a agência Bloomberg.

Quer acompanhar os próximos passos dessa transformação? Visite nossa editoria Brasil e veja outras análises sobre tecnologia e telecomunicações.

Crédito da imagem: FotoField/Shutterstock

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