Nove em cada dez suicídios podem ser evitados – Setembro Amarelo: Valorização da Vida e Prevenção ao Suicídio

Nove em cada dez suicídios podem ser evitados – Setembro Amarelo: Valorização da Vida e Prevenção ao Suicídio

Segundo peritos, nove em cada dez suicídios podem ser evitados. Essa constatação confirma que a prevenção de qualquer doença se faz também com informações claras e objetivas. Por esse motivo que o tema “suicídio” tornou-se, desde 2014, assunto amplamente abordado em campanhas de conscientização, sendo assunto tão importante e atual que durante todo o mês de setembro são desenvolvidas ações com foco no seu conhecimento e formas de prevenção.  Alguns dos sinais de risco de suicídio:- pensamentos remoídos obsessivamente, sentimentos de desesperança e mesmo ações rígidas, drásticas; – frequentemente fazem comentários diretamente relacionados com a morte; – mudança de humor; – mudança da rotina; – desapego; – irresponsabilidade.  Alguns dos sinais de risco de suicídio na adolescência:Ø – mudanças marcantes na personalidade ou nos hábitos; – comportamento ansioso, agitado ou deprimido; – piora no desempenho escolar; – afastamento da família e amigos; – perde de interesse de atividades que anteriormente gostava de praticar; – descuido com a aparência; – perda ou ganho inusitado de peso; – alteração do padrão do sono; – comentários auto depressivos persistentes; – desesperança, falta de perspectiva para o futuro; – combinação de tristeza, irritabilidade e acessos de raiva; – interesse repentino pelo tema morte; – doação de pertences que estima; – expressão do desejo de morrer.  Como proceder para auxiliar esse indivíduo:Ø – não tratar o indivíduo com inferioridade, dó ou lamentações; – sob nenhuma hipótese fazer perguntas indiscretas ou especulativas; – manifestar disponibilidade, calma e atenção para ouvi-lo, sem interrupções frequentes; – estabelecer empatia com mensagens não verbais de aceitação e respeito; – jamais declarar-se chocado, em pânico ou emocionalmente descontrolado; – nunca se esquivar, ignorar a situação ou dizer-se ocupado; – mostrar neutralidade, preocupação e cuidado – sem fazer com que o problema pareça trivial; – expressar respeito pelas opiniões e valores da pessoa; – conversar honestamente e com autenticidade. Não dar falsas garantias; – atentar-se para os sentimentos que a pessoa extravasa; – evitar comentários invasivos e pouco claros; – oferecer a continuidade de contato e, se necessário, solicitar à família que não o deixe sozinho; – verificar o grau de risco (se há algum plano ou tentativas anteriores); – providenciar encaminhamento a atendimento psicológico, médico ou hospitalar, se necessário.

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