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Mulher que dizia ser Madeleine McCann é condenada no Reino

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Mulher que dizia ser Madeleine McCann é condenada no Reino

Mulher que dizia ser Madeleine McCann é condenada no Reino Unido a seis meses de prisão por assédio contra os pais e irmãos da criança desaparecida em 2007.

Condenação por assédio após perseguição à família McCann

A polonesa Julia Wandel, também identificada como Julia Wandelt, ganhou notoriedade em 2023, quando publicou nas redes sociais comparações físicas para sustentar a alegação de que seria Madeleine McCann. Em dezembro de 2024, ela viajou da Polônia para a Inglaterra, dirigiu até a casa de Gerry e Kate McCann, em Leicestershire, e exigiu que eles se submetessem a um teste de DNA.

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Preso em fevereiro de 2025, Wandel foi acusada de perseguir os pais e os gêmeos Sean e Amelie ao longo de 2024 e 2025, chegando a aparecer duas vezes na residência da família. Na sexta-feira (14), um júri da Leicester Crown Court absolveu a ré do crime de perseguição, mas a considerou culpada de assédio.

A juíza Johannah Cutts fixou a pena em seis meses, período já cumprido em custódia policial desde fevereiro. Segundo a magistrada, “não havia base lógica” para a conduta de Wandel. A juíza reconheceu relatos de abuso na infância da ré, mas ressaltou que isso “não justifica” a insistência em abordar a família McCann.

O tribunal expediu uma ordem de restrição que proíbe Wandel de contatar qualquer membro da família e de entrar em Leicestershire indefinidamente. Além disso, seus telefones serão confiscados e destruídos. O BBC News informa que as autoridades de imigração examinam agora a possibilidade de deportação.

Co-ré investigada e situação atual do caso Madeleine

A galesa Karen Spragg, 61 anos, que apoiou Wandel, foi absolvida de assédio e perseguição, porém também recebeu ordem de não contatar os McCann pelos próximos cinco anos. A juíza observou que Spragg via Wandel “como vítima, e não a família McCann”.

Madeleine McCann desapareceu em 3 de maio de 2007, quando tinha três anos, durante férias em Praia da Luz, Portugal. Apesar de buscas internacionais, seu paradeiro permanece desconhecido. Em maio deste ano, os pais marcaram 18 anos do sumiço reafirmando que “não pouparão esforços” para encontrar a filha.

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Crédito da imagem: Global News

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