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Morte de Ali Khamenei: clérigos iranianos clamam vingança

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Morte de Ali Khamenei: clérigos iranianos clamam vingança

Morte de Ali Khamenei: clérigos iranianos clamam vingança A morte do líder supremo em 28 de fevereiro de 2026, durante bombardeios atribuídos aos Estados Unidos e a Israel, desencadeou apelos imediatos por retaliação entre influentes autoridades xiitas.

Morte de Ali Khamenei: clérigos iranianos clamam vingança

Minutos após o anúncio oficial do falecimento, principais aiatolás emitiram fatwas conclamando os muçulmanos a “cumprir o dever religioso” de vingar o guia da Revolução Islâmica. Em seus comunicados, os religiosos identificaram Washington e Tel Aviv como “autores morais” do ataque e defenderam resposta “contundente e proporcional”.

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O governo de Teerã classificou o episódio como “agressão direta à soberania nacional”. Três dias de luto foram decretados, enquanto o parlamento aprovou, por unanimidade, resoluções que autorizam ações militares de retaliação. Nas ruas, cortejos fúnebres transformaram-se em protestos: milhares de iranianos exibiram cartazes com o retrato de Khamenei e slogans contra Estados Unidos e Israel.

Crise de sucessão e conselho provisório

Sem sucessor imediato, a Constituição iraniana transferiu temporariamente o poder a um conselho formado por líderes do clero e do Executivo. O colegiado permanecerá no cargo até que a Assembleia de Peritos escolha o novo líder supremo, processo que pode levar semanas. Analistas alertam que disputas internas tendem a se intensificar, pois a posição concentra autoridade sobre Exército, Judiciário e política externa.

Impacto regional e risco de escalada

Observadores internacionais ouvidos pela CNN Brasil avaliam que o assassinato abre um ciclo de incertezas no Oriente Médio. A expectativa é de que Teerã aumente o apoio a grupos aliados na Síria, no Líbano e no Iêmen, ampliando o risco de confrontos indiretos com potências ocidentais.

No cenário diplomático, governos árabes moderados temem que a tensão comprometa negociações de segurança energética. Já Israel reforçou seu sistema antimísseis, enquanto os Estados Unidos deslocaram navios de guerra para o Golfo Pérsico.

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Crédito da imagem: Reprodução

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