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Minerais críticos: Canadá busca liderar exportações à Europa

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Minerais críticos: Canadá busca liderar exportações à Europa

Minerais críticos: Canadá busca liderar exportações à Europa foi a mensagem central do ministro canadense François-Philippe Champagne após encontros com ministros de Finanças da União Europeia, no fim de semana, em Copenhague.

Minerais críticos: Canadá busca liderar exportações à Europa

Champagne afirmou que o Canadá pretende tornar-se “fornecedor de escolha” para países europeus que precisam reforçar segurança energética e capacidades de defesa. Segundo ele, depósitos de minerais críticos, gás natural liquefeito e tecnologia nuclear canadenses podem aumentar a resiliência econômica do bloco e, ao mesmo tempo, diversificar as parcerias comerciais de Ottawa.

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“Estamos redesenhando a ordem econômica mundial numa velocidade jamais vista em uma geração”, declarou o ministro, ao comentar que a Europa reconhece o esforço canadense para se tornar mais competitiva e confiável no fornecimento de recursos naturais.

Durante a reunião, que contou com representantes do Reino Unido, Noruega, Ucrânia e Estados-membros da UE, o fortalecimento de laços de defesa apareceu como tema dominante. Champagne destacou não apenas os minerais críticos, essenciais para setores aeroespacial, automotivo e militar, mas também a expertise canadense em construção naval.

Ele comparou o momento atual ao papel desempenhado pela indústria canadense na Segunda Guerra Mundial, quando o país abasteceu as forças aliadas. “Temos tudo para repetir aquele sucesso e garantir prosperidade pelas próximas décadas”, disse.

O avanço europeu ocorre às vésperas da revisão do Acordo Canadá-Estados Unidos-México, marcada para o ano que vem. Champagne reconheceu que os EUA seguem como parceiro fundamental, mas considera “prudente” ampliar mercados. Na quinta-feira, Canadá e México já haviam assinado pacto para aprofundar cooperação econômica e de segurança.

A demanda europeia por insumos estratégicos é confirmada por relatórios da Agência Internacional de Energia, que apontam crescimento consistente nos investimentos em transição energética e defesa.

No encerramento das conversas, o ministro também participou de uma mesa-redonda sobre segurança no Ártico e manteve reunião bilateral com autoridades ucranianas, reforçando o apoio de Ottawa a Kyiv.

Para saber como esses movimentos podem impactar o Brasil e o cenário global, visite nossa editoria Brasil e continue acompanhando nossas análises.

Crédito da imagem: Global News

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