O anúncio de que o Governo de Minas Gerais deve dobrar os recursos destinados ao pagamento de precatórios em 2026, elevando o percentual da Receita Corrente Líquida para 1%, sinaliza um avanço importante do ponto de vista fiscal e institucional.
No entanto, para o credor mineiro, a medida não significa necessariamente pagamento imediato. O aumento do orçamento garante previsibilidade, mas o fluxo segue parcelado, condicionado à arrecadação e à ordem cronológica, o que mantém a espera como um fator relevante na decisão financeira de quem tem valores a receber.
Para analisar o impacto real dessa mudança na vida do credor em Minas, sugerimos uma entrevista com Bruno Guerra, cofundador da Precato. Ele pode abordar:
- por que mais dinheiro no orçamento não elimina a fila de precatórios;
- como o credor mineiro deve interpretar esse aumento de recursos;
- quais alternativas existem para quem não pode ou não quer esperar o fluxo público.
O que acha de agendarmos um papo com o Bruno Guerra para falar mais sobre o assunto? Ou, se desejar, pode mandar suas perguntas por escrito que enviamos a respostas dele por e-mail 🙂
A Precato é uma fintech do segmento de crédito, especializada na compra e antecipação de precatórios federais, estaduais e municipais. Reconhecida como referência nacional no setor, a empresa atua oferecendo soluções ágeis, seguras e transparentes para a antecipação de valores a receber. Fundada por Bruno Guerra e André Sana em 2019, já intermediou mais de R$ 1 bilhão em operações para milhares de famílias em todo o Brasil.
















