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Lula recusa nova Guerra Fria e busca reaproximação com EUA

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Lula recusa nova Guerra Fria e busca reaproximação com EUA

Lula recusa nova Guerra Fria e busca reaproximação com EUA. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou neste domingo (22) que transmitirá ao presidente norte-americano, Donald Trump, a mensagem de que o Brasil “não quer uma nova Guerra Fria” e defende relações equilibradas com todas as nações.

Agenda com Trump prioriza comércio, imigração e universidades

Falando a jornalistas em Nova Délhi, ao fim de uma visita de três dias à Índia, Lula antecipou temas do possível encontro com Trump em Washington, previsto para março. Segundo ele, estarão na pauta comércio bilateral, políticas de imigração, fluxo de investimentos e parcerias acadêmicas entre universidades brasileiras e norte-americanas.

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“Queremos tratar todos em igualdade de condições e receber o mesmo tratamento”, frisou o chefe do Executivo, destacando que vê espaço para “voltar à normalidade” nas relações Brasil-EUA.

Suprema Corte dos EUA reduz tarifas; Lula evita comentário direto

Questionado sobre a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou grande parte das tarifas impostas por Trump a produtos importados, Lula preferiu não avaliar o mérito jurídico. Ele apontou, porém, que o novo teto tarifário de 15% anunciado por Trump representa alívio para países que pagavam até 50% de sobretaxa.

O presidente brasileiro destacou que não cabe a um governante estrangeiro julgar a corte norte-americana, mas sinalizou que a mudança abre caminho para ampliar o comércio. Para entender o impacto global das tarifas, confira a análise da BBC.

Concluindo, Lula afirmou estar “convencido” de que tanto Brasília quanto Washington mostram interesse em fortalecer laços políticos e econômicos, afastando o temor de alinhamentos exclusivos que lembrem a bipolaridade da Guerra Fria.

Quer saber como essa reaproximação pode influenciar outros acordos internacionais? Acompanhe nossa cobertura completa na editoria Brasil e fique por dentro de todas as atualizações.

Crédito da imagem: Reuters/Adriano Machado

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