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Leptospirose: SRS de Ponte Nova reforça vigilância regional

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Leptospirose: SRS de Ponte Nova reforça vigilância regional

Leptospirose: SRS de Ponte Nova reforça vigilância regional A Superintendência Regional de Saúde de Ponte Nova reuniu, em 10/3, representantes de 14 municípios para alinhar estratégias de combate à doença, intensificando a vigilância após recentes enchentes na Zona da Mata.

Leptospirose: SRS de Ponte Nova reforça vigilância regional

O encontro, conduzido pela referência técnica em Zoonoses Isabela de Castro Oliveira, contou com coordenadores de Vigilância em Saúde, Epidemiologia e Zoonoses. O objetivo principal foi padronizar procedimentos frente ao aumento do risco de contaminação provocado pelas inundações que atingiram Ubá e Juiz de Fora.

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Capacitação foca em prevenção pós-enchentes

Durante a reunião, Isabela enfatizou a necessidade de uso de luvas, botas de borracha e máscaras na remoção de lama, seguida de lavagem e desinfecção com solução de hipoclorito de sódio a 2,5%. Segundo a enfermeira Alessandro Amato Sérvulo, de Diogo de Vasconcelos, a capacitação “qualifica o trabalho nos municípios e fortalece a resposta oportuna aos casos suspeitos”.

Números atualizados em Minas Gerais

Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) indicam 444 casos confirmados de leptospirose e 34 óbitos entre 2022 e 2025 em Minas Gerais. Na área da SRS Ponte Nova, dois casos foram registrados desde 2025.

Sintomas e grupos de risco

A doença apresenta fase precoce com febre, dor muscular e inapetência e fase tardia marcada pela síndrome de Weil – icterícia, insuficiência renal e hemorragia. Trabalhadores da limpeza urbana, rede de esgoto, pescadores, agricultores, bombeiros e moradores de áreas sujeitas a inundações compõem os principais grupos de risco. Informações detalhadas podem ser consultadas no portal do Ministério da Saúde, fonte de referência nacional.

Ação imediata salva vidas

Isabela reforçou que, diante da suspeita, o paciente deve procurar atendimento para iniciar a medicação mesmo antes da confirmação laboratorial, já que o período de incubação varia de 7 a 14 dias, podendo chegar a 30.

Para acompanhar outras iniciativas de proteção à população, visite nossa editoria BOMBEIROS e mantenha-se informado.

Crédito da imagem: Tarsis Murad

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