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Inteligência artificial na educação avança com método Jemas

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Inteligência artificial na educação avança com método Jemas

Inteligência artificial na educação avança com método Jemas estreia em projeto piloto na Escola Estadual Santo Afonso, em Belo Horizonte, conduzido pelo Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) Metropolitana A da Secretaria de Estado de Educação.

Inteligência artificial na educação avança com método Jemas

A iniciativa, denominada Jemas – Jornadas Educativas no Mundo do Aluno, foi concebida pela servidora Gabriela Pinheiro após anos de pesquisa em pensamento complexo, transdisciplinaridade e design de experiência do usuário. O ponto de partida do planejamento são os “mapas de influências”, em que os estudantes registram sonhos, referências culturais e expectativas. Com base nessas respostas, professores, especialistas e diferentes inteligências artificiais trabalham durante uma semana para desenhar todas as aulas do ano letivo.

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Entre as ferramentas empregadas, destacam-se a IA Roteirista, que transforma as vivências dos alunos em sugestões de conteúdo, e a IA Guardião do Currículo, responsável por alinhar as propostas à BNCC, ao Currículo Referência de Minas Gerais e ao material didático. Já a IA de Vivências levanta informações do entorno escolar para conectar teoria e prática.

A professora de Língua Portuguesa Nívia Alcântara é a primeira docente a testar o método na unidade. Para ela, o piloto representa “uma oportunidade de inovação pedagógica” que dialoga com estudantes nativos digitais. Segundo a educadora, a inteligência artificial funciona como apoio, não como substituição, otimizando tempo e enriquecendo o planejamento.

A coordenadora do NTE, Raquel Vidal, reforça que o processo assegura coerência curricular e reduz a carga de trabalho docente. Ao término da semana, o professor recebe o planejamento completo, aula por aula, além do kit Jemas com ferramentas para aplicação durante todo o ano.

De acordo com Aline Guerra, também do NTE, as IAs foram treinadas para detalhar cada aula, permitindo que o professor dedique mais tempo ao acompanhamento individual dos estudantes, fortalecendo o protagonismo discente. A expectativa é expandir o método para outras escolas da rede estadual após a avaliação dos resultados.

Tendências similares vêm sendo mapeadas pela UNESCO, que destaca a importância de soluções de inteligência artificial centradas no aluno para aprimorar a qualidade do ensino.

Projetos como o Jemas sinalizam um novo capítulo para a inteligência artificial na educação mineira. Para acompanhar outras iniciativas inovadoras, visite nossa editoria Brasil e continue bem informado.

Crédito da imagem: SEE / Divulgação

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