IMA reforça controle sanitário em eventos pecuários
IMA reforça controle sanitário em eventos pecuários ao ampliar o treinamento de médicos-veterinários e exigir novo cadastro para atuação em feiras, exposições e leilões de Minas Gerais, estado que registrou mais de 7,2 mil eventos apenas em 2025.
IMA reforça controle sanitário em eventos pecuários
Responsável pela saúde animal no estado, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) passou a oferecer curso de responsabilidade técnica em formato de ensino a distância (EAD) na plataforma Semear, da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O objetivo é garantir que os responsáveis técnicos conheçam a legislação sanitária e adotem todos os procedimentos obrigatórios durante a entrada e saída dos animais.
Cada médico-veterinário precisa cumprir duas etapas para atuar nos eventos. A primeira é a habilitação para emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), concedida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por espécie. Antes do deferimento, o profissional deve protocolar pedido em um Escritório Seccional do IMA, comprovando vínculo com o serviço de emissão de GTA. Se a região carecer de profissionais, o escritório emite parecer favorável e autoriza a participação no treinamento.
Concluído o curso, o veterinário reúne a documentação e a envia ao Mapa para análise final da habilitação. A segunda etapa é o cadastro como responsável técnico em eventos pecuários junto ao IMA, previsto na Portaria IMA nº 2.296/2024. Para isso, é preciso apresentar certidão de regularidade do CRMV-MG, portaria de habilitação do Mapa e certificado de aprovação no novo curso. O prazo para o cadastro é de até dois anos após a conclusão da capacitação.
O IMA informa que o treinamento também atende exigência recente do Mapa para concessão de novas habilitações. Profissionais que perderam o prazo poderão regularizar a situação ao completarem o curso on-line, que permanece aberto na plataforma Semear.

Imagem: Internet
Com as medidas, o instituto busca evitar a introdução e a disseminação de doenças em rebanhos que circulam entre diferentes regiões, protegendo a cadeia produtiva pecuária e fortalecendo a economia de Minas Gerais.
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Crédito da imagem: IMA / Divulgação















