Ibovespa sobe a 169 mil pontos impulsionado por blue chips
Ibovespa sobe a 169 mil pontos impulsionado por blue chips, registrando alta de 0,68% no pregão desta terça-feira (9), a 169.813,15 pontos, enquanto o dólar à vista recuou 0,05%, a R$ 5,1775.
Ibovespa sobe a 169 mil pontos impulsionado por blue chips
O movimento positivo que interrompeu a série de quedas recentes foi liderado pelas chamadas blue chips. O Itaú Unibanco (ITUB4) avançou 1,27%, para R$ 39,01, sustentando o setor financeiro. Entre as gigantes ligadas a commodities, a Petrobras viu suas ações ordinárias (PETR3) subirem 0,17%, a R$ 46,12, ao passo que os papéis preferenciais (PETR4) cederam 0,12%, a R$ 41,17, acompanhando a queda de 2,97% do Brent, fechado a US$ 91,45 o barril na ICE de Londres.
Ministro alerta para impacto fiscal
No cenário político, investidores repercutiram a entrevista do ministro da Fazenda, Dario Durigan, ao portal UOL. O ministro reiterou que pautas com forte impacto fiscal em discussão no Congresso podem ampliar gastos públicos, pressionar a inflação e adiar cortes na taxa básica de juros. Segundo ele, “aprovar pauta-bomba agora joga lenha na fogueira de quem pede juros mais altos”.
Destaques do dia
A Vale (VALE3) subiu 0,55%, a R$ 78,50, mesmo com o minério de ferro em Dalian recuando 0,20%, a 760 yuans (US$ 112,04) a tonelada. No topo do Ibovespa, Hapvida (HAPV3) ganhou 4,50%, a R$ 11,38. Na ponta oposta, Totvs (TOTS3) perdeu 4,85%, a R$ 30,79, refletindo a cautela global diante dos riscos ligados à inteligência artificial.
Mercado externo misto
Em Wall Street, o Dow Jones subiu 0,17%, o S&P 500 recuou 0,26% e o Nasdaq caiu 0,97%, em meio a nova ameaça do ex-presidente Donald Trump ao Irã após a derrubada de um helicóptero Apache dos EUA. Na Europa, o Stoxx 600 cedeu 0,42% com expectativa de alta de juros pelo BCE. Já na Ásia, o Nikkei avançou 2,17%, enquanto o Hang Seng recuou 0,37%.

Imagem: Anna Scabello
Com o Ibovespa acima de 169 mil pontos e o câmbio abaixo de R$ 5,18, analistas avaliam que a trajetória das contas públicas e o desfecho de tensões geopolíticas seguirão ditando o ritmo dos mercados nos próximos pregões.
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Crédito da imagem: iStock/hernan4429















