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Ibovespa reage a produção industrial e emprego nos EUA

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Ibovespa reage a produção industrial e emprego nos EUA

Ibovespa reage a produção industrial e emprego nos EUA logo na abertura desta quinta-feira (2), refletindo o resultado da produção industrial brasileira de fevereiro, o IPC-Fipe de março e, no exterior, os pedidos semanais de auxílio-desemprego e a balança comercial dos Estados Unidos.

Ibovespa reage a produção industrial e emprego nos EUA

Divulgado pelo IBGE, o avanço de 0,4% da produção industrial em fevereiro, acima do consenso de mercado, sustentou os primeiros ganhos do dia. Ao mesmo tempo, o IPC-Fipe veio em 0,46% em março, reforçando a percepção de inflação ainda controlada na cidade de São Paulo. Esses indicadores domésticos ajudam a calibrar as expectativas para a próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom).

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No cenário externo, o Departamento do Trabalho dos EUA reportou 225 mil novos pedidos de seguro-desemprego na última semana, número ligeiramente acima da leitura anterior, mas ainda consistente com um mercado de trabalho apertado. Já a balança comercial norte-americana registrou déficit de US$ 66,9 bilhões em fevereiro, alinhado às estimativas.

Além dos dados macroeconômicos, o preço do petróleo adiciona volatilidade aos negócios. As cotações do Brent disparavam cerca de 7%, para US$ 108,60 o barril, após o presidente Donald Trump afirmar que “os Estados Unidos manterão ataques ao Irã pelo tempo que for necessário”, aumentando o receio de interrupções prolongadas na oferta. A alta da commodity pressiona as ações de companhias aéreas, mas favorece os papéis da Petrobras.

No noticiário corporativo, a JHSF informou que espera elevar o Ebitda ajustado para R$ 1,8 bilhão nos próximos anos graças a novos empreendimentos, quase o dobro do portfólio atual. A sinalização impulsiona os papéis JHSF3, que avançam mais de 3%.

Às 11h15 (horário de Brasília), o Ibovespa operava próximo da estabilidade, alternando leves altas e baixas, enquanto o dólar recuava 0,2%, negociado a R$ 5,02. Os juros futuros curtos caíam após o dado de produção industrial, mas os longos subiam em linha com a escalada do petróleo.

Para acompanhar a movimentação completa dos mercados globais, a agência Reuters mantém cobertura em tempo real dos principais indicadores e declarações de autoridades.

No Brasil, investidores seguem atentos à agenda da semana, que ainda trará a pesquisa do setor de serviços e a leitura preliminar do IGP-M de abril.

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Crédito da imagem: REUTERS/Amanda Perobelli

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