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Ibovespa avança com encontro Lula-Trump e recordes em NY

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Ibovespa avança com encontro Lula-Trump e recordes em NY

Ibovespa avança com encontro Lula-Trump e recordes em NY nesta segunda-feira (27), ao registrar alta de 0,55% e encerrar o dia aos 146.969,10 pontos, depois de cravar nova máxima intradia histórica de 147.976,99 pontos.

Ibovespa avança com encontro Lula-Trump e recordes em NY

O movimento comprador ganhou força logo na abertura, quando o índice beirou os 128 mil pontos, impulsionado pelo otimismo em torno da reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente norte-americano Donald Trump, realizada na Malásia no domingo (26). Segundo o chanceler Mauro Vieira, Washington aceitou um cronograma de negociações para discutir o tarifaço sobre produtos brasileiros nas próximas semanas.

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Dólar recua e Focus confirma alívio na inflação

Em sintonia com o maior apetite ao risco, o dólar à vista caiu 0,41%, a R$ 5,3703. No campo macroeconômico, o Boletim Focus reduziu pela quinta semana seguida a projeção do IPCA para 2025, de 4,70% para 4,56%, aproximando a estimativa do teto da meta perseguida pelo Banco Central.

Maiores altas e baixas do dia

No pregão, Usiminas (USIM5) disparou mais de 10% após reavaliação de resultados. A recém-formada MBRF (MBRF3), fruto da fusão de BRF e Marfrig, também figurou entre as maiores altas ao anunciar parceria com a Halal Products Development Company, braço do fundo soberano saudita, para lançar a marca Sadia Halal.

Na ponta negativa, Raízen (RAIZ4) sofreu com rebaixamento de rating pela Fitch. Entre os blue chips, Petrobras (PETR4; PETR3) fechou no azul após divulgar crescimento de 18,4% na produção de petróleo no 3T25, enquanto Vale (VALE3) recuou levemente apesar da valorização do minério de ferro.

Cenário externo sustenta o apetite ao risco

Em Wall Street, Dow Jones (+0,71%), S&P 500 (+1,23%) e Nasdaq (+1,86%) renovaram recordes nominais diante da expectativa de um acordo comercial entre Estados Unidos e China e de novos cortes de juros pelo Fed. Conforme destacou a agência Reuters, a Casa Branca retirou a ameaça de tarifar em 100% as importações chinesas a partir de 1º de novembro, enquanto Pequim estuda adiar por um ano exigências sobre terras raras.

Na Europa, o Stoxx 600 fechou em nível inédito antes da decisão do BCE, e na Ásia o Nikkei superou 50 mil pontos pela primeira vez, reforçando o clima favorável aos mercados emergentes.

Quer acompanhar outros desdobramentos econômicos? Confira a editoria Brasil do Minas Informa e mantenha-se atualizado sobre os impactos no seu bolso.

Crédito da imagem: Getty Images Pro/Canva Pro

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