Gustavo Scarpa avança em processo de golpe de criptomoedas
Gustavo Scarpa avança em processo de golpe de criptomoedas. O meia do Atlético celebrou nas redes sociais a citação de todos os réus na ação que move contra a WLJC Gestão Financeira, de Willian Bigode, por perdas que superam R$ 6 milhões em investimentos na Xland Holding.
Gustavo Scarpa avança em processo de golpe de criptomoedas
Scarpa e o lateral-direito Mayke registraram boletim de ocorrência em novembro de 2022, apontando que a WLJC intermediou aplicações na Xland com promessa de rendimentos mensais entre 3,5% e 5%. Os atletas, que atuaram com Willian Bigode no Palmeiras entre 2018 e 2021, somam prejuízo superior a R$ 10 milhões.
Depois de três anos e meio de tramitação, a Justiça de São Paulo concluiu a citação de todos os réus. No Stories do Instagram, Scarpa apareceu vestindo a camisa da Seleção Brasileira e ironizou a célebre frase usada por Willian quando o caso veio à tona: “Acho que agora vai, hein? Agora é orar!”.
A WLJC é apontada como responsável por apresentar a Xland aos jogadores. Nos autos, Scarpa relata que tentou resgatar o valor investido em outubro de 2022, sem sucesso. Áudios vazados na época revelam tratativas diretas entre o meio-campista, Willian e representantes da Xland.
Consultada por veículos de imprensa, a defesa de Willian Bigode nega qualquer participação num esquema fraudulento e sustenta que a empresa apenas aproximou investidores de oportunidades no mercado de criptoativos. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) recomenda cautela em promessas de retorno rápido nesse segmento.
Dentro de campo, os ex-companheiros ergueram juntos títulos importantes pelo Palmeiras, como o Brasileirão de 2018 e as Libertadores de 2020 e 2021. Fora dele, a relação ficou abalada desde que Scarpa descreveu estar “muito decepcionado, inconformado e bem chateado” com Willian.

Imagem: Alexandre Guzanshe
O processo segue em fase inicial de instrução, mas a defesa do atleta alvinegro vê na conclusão das citações um passo decisivo para recuperar os valores perdidos e responsabilizar os envolvidos.
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Crédito da imagem: Alexandre Guzanshe/EM/D.A. Press















