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Grupo realiza manifestação na estrada neste sábado 24/6

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Por uma estrada melhor

O grupo “MG-30 Até quando?” estará fazendo manifestação na rodovia neste sábado, 24 de junho, às 15h, com a entrega de panfletos, sem prejudicar o trânsito. Em seguida será realizada uma quadrilha “casando” o DER com a Prefeitura de Ouro Branco.

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 O “MG 30” é formado por trabalhadores e cidadãos que, cansados da morosidade de governos ou departamentos que deveriam cuidar e zelar pela manutenção, obras e cuidados com as estradas. “Ficam de forma devagar quase parando, prorrogando e postergando algo que deveria ter sido feito para ontem”.

As ações do grupo começaram à partir do episódio de acidente e morte da servidora pública Poliana Guedes, que na volta do trabalho bateu de frente com uma carreta carregada de minério e veio a falecer no local, fato ocorrido no dia 27 de Dezembro de 2022. À partir deste acidente fora criado um grupo de whatsApp a fim de reunir pessoas que tivessem como propósito comum a luta por estradas mais dignas. Somando esforços fizeram um abaixo-assinado pedindo para arrumar, tapar os buracos, pintar e colocar placas de sinalização na estrada MG-30 (estrada que liga Congonhas a Lobo leite). “Foram feitas algumas pequenas melhorias já que a estrada atualmente é de responsabilidade do município de Congonhas”.  Declarou um dos membros do grupo, informando também seguindo os anseios de diversos participantes,  foi feito outro abaixo-assinado para reivindicar melhorias na estrada Br-443, estrada de Ouro Branco no chamado “desvio”. Esse desvio foi feito provisoriamente, no período chuvoso, há pouco mais de um ano; porém, o que seria provisório acabou tornando-se “definitivo” já que completou  um ano.

“Nós integrantes do grupo “MG-30 Até quando” faremos um evento cômico,  com o tema Festa Junina, objetivando  chamar a atenção de nossas autoridades,  para que possam cobrar ao DER (Departamento de Estradas e Rodagem), o Estado e outros órgãos competentes, os direitos preservado  dos cidadãos de ir e vir com segurança”.

Ao passarem pelo trecho de aproximadamente 200 metros (chegando a Ouro Branco) os motoristas precisam reduzir muito a velocidade para poder não estragar o veículo. Além dos prejuízos financeiros, ainda enfrentam risco de morte.  “Este desvio mal acabado representa para nós cidadãos mais  do que falta de obra, mas também ausência de respeito para conosco, que só somos lembrados a cada quatro anos  no período eleitoral”.

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