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Fundos imobiliários Itaú BBA: carteira de julho rende 11%

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Fundos imobiliários Itaú BBA: carteira de julho rende 11%

Fundos imobiliários Itaú BBA: carteira de julho rende 11% é o destaque do novo relatório do banco, que manteve inalterada a seleção de 13 FIIs para o mês, projetando dividend yield anual de 11,25% — um prêmio de 3,15 pontos sobre o Tesouro IPCA+ 2035.

Fundos imobiliários Itaú BBA: carteira de julho rende 11%

O Itaú BBA reafirmou visão positiva para o mercado de fundos imobiliários (FIIs) no médio e longo prazos, apesar do ambiente de juros elevados. Para a equipe de análise, a classe continua oferecendo relação risco-retorno mais atraente do que outros investimentos tradicionais. Ainda assim, o banco alerta que incertezas geopolíticas e o risco fiscal doméstico podem sustentar a volatilidade no curto prazo, razão pela qual recomenda acompanhar de perto a curva longa de juros.

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Setorialmente, a alocação permanece distribuída assim:

• Recebíveis: 30%
• Galpões: 22,5%
• Multiestratégia: 15%
• Shoppings: 15%
• Lajes corporativas: 11,5%
• Varejo: 5%

Os 13 fundos que compõem a carteira e seus respectivos pesos são:

HGRU11 (Pátria Renda Urbana) – 6,0%
HSML11 (HSI Malls) – 7,5%
XPML11 (XP Malls) – 7,5%
BRCO11 (Bresco Logística) – 7,5%
BTLG11 (BTG Pactual Logística) – 7,5%
KNRI11 (Kinea Renda Imobiliária) – 7,5%
PVBI11 (VBI Prime Properties) – 6,0%
RBRP11 (RBR Properties) – 5,5%
ITRI11 (Itaú Total Return) – 5,0%
KNHF11 (Kinea Hedge Fund) – 10,0%
KNIP11 (Kinea Índice de Preços) – 10,0%
KNUQ11 (Kinea Unique HY CDI) – 10,0%
KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliários) – 10,0%

Em junho, o portfólio recuou 1,51%, ante queda de 1,21% do IFIX, principal indicador de FIIs da B3. No acumulado de 2026, porém, a carteira rende 3,1%, superando a alta de 1,5% do benchmark. Segundo a própria B3, a performance do setor acompanha os movimentos de juros reais de longo prazo.

No relatório, os analistas reforçam que a atratividade de um dividend yield acima de 11% deve permanecer enquanto a curva futura de inflação e juros não recuar de forma consistente, favorecendo principalmente fundos focados em recebíveis indexados a inflação.

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Crédito da imagem: watchara ritjan/istock

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