Filiação de Rodrigo Pacheco será definida antes de 4/4
Filiação de Rodrigo Pacheco permanece em aberto, mas o senador mineiro promete anunciar o novo partido antes de 4 de abril, prazo final previsto na legislação eleitoral.
Negociações com PSB, MDB e União Brasil
Após participar de um jantar com lideranças do PSB na quarta-feira (25), Pacheco segue avaliando cenários. O PSB oferece menor tempo de televisão e divisão de recursos com prefeitáveis federais, além de exigir discurso mais alinhado à esquerda, distante do perfil de centro do presidente do Senado.
No MDB e no União Brasil, o parlamentar encontra ambiente ideologicamente mais próximo, além de tempo de TV e fundos partidários robustos. Ambos os partidos abriram mão de candidaturas próprias à Presidência, liberando diretórios estaduais para composições regionais.
Cálculos eleitorais e janela partidária
No tabuleiro mineiro, a decisão do União Brasil deve passar pelo deputado Rodrigo Castro, aliado de Pacheco. Já no MDB, dirigentes nacionais e ministros ligados ao Planalto veem na filiação do senador a chance de negociar a vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente, porém, ainda precisa definir o futuro do atual vice, Geraldo Alckmin (PSB), que pode disputar o Senado por São Paulo.
Pacheco pretende usar todos os dias da janela partidária regulamentada pelo TSE, que se encerra no primeiro sábado de abril. Como a data cai no meio de um feriado prolongado, a expectativa é de anúncio antecipado.

Imagem: Internet
Com a definição iminente, o Senado, partidos e eleitores observam atentamente os próximos passos do parlamentar, cujo posicionamento pode influenciar alianças estaduais e nacionais em 2026.
Quer saber como essa decisão afetará o cenário político mineiro? Acesse nossa editoria BRASIL e acompanhe as atualizações.
Crédito da imagem: Paulo Cesar Magella















