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Febre maculosa: SRS Alfenas capacita profissionais regionais

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Febre maculosa: SRS Alfenas capacita profissionais regionais

Febre maculosa: SRS Alfenas capacita profissionais regionais é o foco do curso prático realizado de 9 a 11 de junho de 2026, quando a Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Alfenas, em parceria com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), reuniu equipes de vigilância epidemiológica para reforçar a prevenção, o monitoramento e a resposta às riquetsioses no Sul de Minas.

Febre maculosa: SRS Alfenas capacita profissionais regionais

A iniciativa buscou qualificar os participantes para atuação direta em campo, aprofundando aspectos epidemiológicos, laboratoriais e entomológicos das doenças causadas por bactérias do gênero Rickettsia. Segundo Maria de Lourdes Barbosa Negrão, coordenadora do Núcleo de Epidemiologia da SRS Alfenas, a febre maculosa exige diagnóstico precoce e vigilância ativa, o que torna “indispensável a capacitação contínua para identificar áreas de risco e garantir resposta oportuna”.

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Na etapa teórica, especialistas dos Laboratórios de Riquetsioses, Hantaviroses e Entomologia da Funed detalharam o ciclo de transmissão, vetores, reservatórios, manifestações clínicas, terapêutica e fluxos de amostras para o Lacen. Também apresentaram a plataforma REDCap, ferramenta de registro que integra dados de vetores e animais, alinhada às diretrizes do Ministério da Saúde.

O módulo prático ocorreu no campus de Medicina Veterinária da UNIFENAS. Ali, os profissionais aplicaram técnicas de arrasto para coleta de carrapatos em ambientes naturais e realizaram catação em hospedeiros domésticos. Essas atividades fortalecem a vigilância ambiental e ajudam a delimitar áreas com potencial de transmissão, base para ações rápidas de controle.

O encerramento incluiu avaliação das atividades e troca de experiências, etapa que consolidou estratégias integradas entre vigilância epidemiológica, laboratórios de referência e instituições de ensino. A articulação reforça o compromisso regional de reduzir a incidência e a letalidade da febre maculosa.

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Crédito da imagem: Maria de Lourdes Negrão

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